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Filme: Apollo 18 - A Missão Proibida
| 10 comentários
Existe alguma razão para o homem nunca mais ter voltado à lua? Em Apollo 18, dirigido por Gonzalo López-Gallego, é abordado as teorias da conspiração em torno desta missão espacial da NASA, que supostamente foi cancelada na década de 70, durante a Guerra Fria. Seguindo a linha "longa-metragem criado a partir de material encontrado”, do mesmo modo feito em A Bruxa de Blair e Atividade Paranormal, a ficção de tom documental pode convencer várias pessoas de que esta missão de fato aconteceu. Ainda mais com a NASA negando veementemente, o que na minha opinião, só dá mais publicidade ao filme. 

Três astronautas americanos foram enviados para a lua em dezembro de 1973, numa missão secreta financiada pelo Departamento de Defesa dos EUA, para a montagem de um sistema de espionagem contra os russos. Durante os quatro dias que estiveram no solo lunar, uma presença constante é sentida por eles e vários acontecimentos estranhos revelam que há alguma coisa além pedras e crateras por ali.

Com um orçamento de apenas $5 milhões, decerto esperava-se um sucesso semelhante a Atividade Paranormal, mas não foi bem isso que aconteceu. Péssimos efeitos e edições dignas do Movie Maker que deviam dar autenticidade ao filme ficaram bastante evidentes, o que de certo modo tira a veracidade de que as fitas utilizadas pra o longa eram reais. 


A trama é bastante parada e com pouco suspense, o que faz com que o espectador não se envolva e perca o foco durante a exibição. Ainda mais pelo fato dos protagonistas serem tão poucos explorados que no fim acho difícil alguém ter criado empatia por eles. Mas não posso deixar de citar que atuação dos atores desconhecidos agradou. 

O pouco de suspense apresentado foi bom. Eu estava tensa, desde o início, procurando qualquer pontinho que se mexesse na tela, mas sempre sabia a hora que teria susto. O que acontece na lua é no mínimo estranho. Eu não gostei, esperava muito mais. Apollo 18 é um filme que definitivamente irá agradar a poucos, se você gosta de ficção científica dê uma chance.





[RESENHA] Hathor
| 24 comentários
Hathor, escrito pelo autor parceiro Markus Thayer, é um livro do selo Novos Talentos da Literatura Brasileira da Editora Novo Século. E a história me surpreendeu bastante. Pode ler esta resenha até o fim, pois ela não contém spoilers.

John McBrian é um aluno da faculdade de Cambridge e ao realizar pesquisas para um trabalho acaba descobrindo um mapa que irá mudar sua vida completamente. Com ajuda de seu professor, Sir Oliver e seu amigo, William Kenward, eles embarcam numa aventura do outro lado do oceano para chegar até o local apontado pelo mapa, a Serra do Roncador, no Brasil.

Mas quem disse que seguir um mapa misterioso seria fácil? Na Inglaterra, eles realizam várias pesquisas, desvendam mensagens criptografadas, são perseguidos por pessoas misteriosas e correm vários perigos. Tudo para encontrar o grande tesouro que não fazem a mínima ideia do que seja. O que ninguém sabe é que John é o único que tem a chave. Prepare-se para descobrir o segredo de Hathor.

Hathor foi um livro que trouxe boas lembranças de quando eu lia livros nacionais na biblioteca da escola, porque é uma aventura tão instigante e bem escrita que você se envolve em cada palavra para desvendar o mistério sobre o tesouro.

A história se desenrola no século XIX, precisamente entre 1856 e 1859, e a narração está em terceira pessoa, fato que permite conhecermos o que se passa com todos os personagens. Quanto mais descobrimos, histórias paralelas que acontecem no mesmo espaço de tempo são narradas, o que cria um clima de expectativa para as páginas seguintes.

Apesar da época que a história se passa, Thayer escreve de uma forma que qualquer um pode ler sem maiores dificuldades. Eu estava esperando por uma linguagem mais rebuscada, mas fiquei extremamente agradecida quando percebi que os diálogos estavam meio que contemporâneos e pude entender tudo haha E também fiquei muito feliz ao notar que o livro foi bem revisado, nada de errinhos chatos para atrapalhar a leitura.

A capa do Hathor, arte de Kamila Denlescki, me chamou atenção desde o início e sempre me deixou intrigada. Antes mesmo de ler o livro, eu analisei cada detalhe em busca de pistas e posso dizer que um excelente trabalho foi feito ali.

Por trás de tudo, Hathor faz uma crítica ao modo de agir da sociedade e nos passa uma linda mensagem de amor brindada com bastante conhecimento. É uma história que vai fazer você pensar... Devemos todos repetir os feitos dos nossos protagonistas? Leia e tire suas próprias conclusões.

Para quem se interessou pelo livro, está rolando uma promoção aqui no Thanny in Wonderland e você ainda pode participar.

E vou sortear um marcador autografado dentre aqueles que comentarem no post, quem quiser participar deixe seu e-mail. O resultado sai dia 03/02.

Título: Hathor
Autor: Markus Thayer
Nº de Páginas: 352
Ano de Edição: 2010
Editora: Novo Século
Preço: R$34,90
Classificação: ♥♥♥♥



[RESENHA] Wake - Despertar
| 14 comentários
Wake é um livro totalmente diferente do que eu esperava. Esse lance de entrar nos sonhos de outras pessoas é totalmente profundo e confuso. Acho que Lisa McMann deve ter pesquisado um monte a respeito e nossa, eu gosto muito de tentar interpretar sonhos, apenas fiquei na vontade de saber mais sobre o assunto.

Título: Wake - Despertar
Autor: Lisa McMann
Nº de Páginas: 208
Ano de Edição: 2010
Editora: Novo Século
Preço: R$24,90
Sinopse:
Janie não pode contar a ninguém sobre o que acontece com ela – eles nunca acreditariam, ou pior, achariam que é uma aberração. Então, a adolescente vive no limite, amaldiçoada com uma habilidade que ela não quer e não pode controlar. Mas, de repente, Janie entra em um pesadelo horrível, que lhe causa um imenso terror. Pela primeira vez ela deixa de ser espectadora e se torna uma participante. O romance Wake é o primeiro de uma trilogia que conquistou espaço nas listas de bestsellers dos EUA tanto individualmente, como na categoria série. 
 
A narração é em terceira pessoa, mas como se fosse um diário. No topo do texto tem o data e a hora, coisa que eu não me ligo muito, costumo ignorar esse tipo de informação e não sei se deixei escapar algo por conta disso. O livro não é dividido em capítulos, digamos que está separado em partes.

Gostei bastante dos diálogos entre os personagens, mas por causa da pontuação me senti confusa. Entendo que o que fica depois do travessão é a fala e o que fica entre eles é o que o personagem está pensando, mas em Wake não é assim. Portanto a escrita da autora me irritou um pouco, mas depois que fiquei totalmente conectada ao livro me acostumei a isso. Pois você não consegue parar de ler uma frase atrás da outra. Comecei a ler de tarde no consultório médico e virei a noite lendo, fico perturbada se não terminar um livro instigante logo.

Os personagens são bastante comuns, sendo que todos os jovens têm pais que não se importam com eles. Todos mesmo, chega a ser deprimente. O livro tem muito drama, mas nada exagerado.

O desenrolar do enredo é surpreendente e bastante curioso. E simplesmente me apaixonei por Janie e Cabel, um casal nada comum, cheio de problemas, mas apaixonados de uma maneira sexy. Confesso que adorei esse livro e me sinto bem por ter comprado Fade, continuação, antes mesmo de ter lido Wake, porque preciso continuar lendo essa série e saber uma explicação pra tudo.

A capa de Wake desperta muita atenção, ela é em 3D? haha Não sei explicar, mas ela é hipnótica. Totalmente linda!

Wake é uma estória diferente, uma ficção com uma dose de drama e um bom romance. Você irá se apaixonar.

Obs: Não durma lendo o livro! #brimks



Capa
História
Narração 
Classificação Geral



Intrínseca compra os direitos de I am the Four
| 5 comentários
Há três semanas estreou em primeiro lugar no raking do The New York Times, I am The Four, livro de ficção científica sobre alienígenas escrito pelo alien Pittacus Lore que esteve na Terra nos últimos 12 anos, ok, esse é só pseudômino dos autores James Frey e Jobie Hughes.

A história foi adaptada para os cinemas pela DreamWorks, com data de lançamento para o dia 18 de fevereiro de 2011. E Alex Pettyfer (Alex Rider Contra o Tempo) foi o primeiro ator contratado.

Confira a sinopse:


Vinhemos nove. Nós parecemos com vocês. Falamos como vocês. Moramos entre vocês. Mas não somos como vocês. Podemos fazer coisas que vocês sonham fazer. Temos poderes que vocês sonham ter. Somos mais fortes e rápidos que nada nunca visto. Somos os super-heróis que vocês adoravam dos filmes e quadrinhos, mas somos reais.

Nosso plano é crescer, treinar, ser fortes, ser um e lutar contra eles. Mas eles nos encontraram e começaram a nos procurar primeiro. Agora temos que correr. Passando as nossas vidas por sombras, em lugares onde ninguém repara, nos misturando. Moramos entre vocês sem sermos percebidos.

Mas eles sabem.

Pegaram Número um na Malásia.
Número dois na Inglaterra.
E Número três em Quênia.
E mataram eles.

Eu sou o Número quatro.

Sou o próximo.

Curtiu? Pois pode comemorar em dobro! A saga promete lançar mais cinco livros e a Editora Intrínseca pretende publicar toda a série. Em janeiro de 2011 você já pode encontrar I am the Four traduzido nas livrarias.

Quer conhecer mais sobre a série? Acesse o hostsite aqui.

Créditos: Veja e Omelete.


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