Mostrando postagens com marcador drama. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador drama. Mostrar todas as postagens


Resenha: Um Dia, David Nicholls
| 19 comentários
Tem livros que você compra pela capa, pela sinopse, pelas críticas positivas... O que me motivou a ler Um Dia foi os comentários superestimados no Twitter, parecia que a estória seria capaz de mudar o mundo. Virou o livro favorito de todos e por isso não poderia ser tão ruim assim, né?

Emma Morley é uma garota inteligente, bonita e feminista. Dexter Mayhew é um cara popular, charmoso e conquistador. Eles se conhecem em 1988 e viram Dex e Em, Em e Dex. Mas é o último dia na universidade e cada um segue seu caminho. Porém, esse era apenas o começo de um relacionamento que duraria anos. Namorados? Amigos? Isso é um pouco complicado. Dex e Em conversavam horas pelo telefone e escreviam cartas um para o outro, poucas vezes se encontravam, mas eram melhores amigos.

Com o passar dos anos, obstáculos aparecem na vida de Dex e Em e afetam o relacionamento dos dois. Ora juntos, ora brigados. Eles estavam infelizes. Que vida era essa que eles levavam? Até que uma noite algo acontece e muda tudo. A vida não é fácil, mas para Dex e Em nada é impossível.

Esse é um tipo de livro que mexe com você. É realista. Depressivo. Os protagonistas são extremamente teimosos e orgulhosos. A felicidade estava na cara deles, mas eles decidiram ignorar. Um erro humano. Uma história que poderia ser sobre você ou seu melhor amigo. Você se identifica com as imperfeições dos personagens, nas atitudes impensadas, nas coisas não ditas.

O livro narra 20 anos da vida deles, sempre no mesmo dia: 15 de julho. Data que possui um significado especial no relacionamento dos dois.

David Nicholls nos conquista com cada, simples, palavra de Um Dia. Com diálogos bem desenvolvidos e quotes memoráveis. Um romance que pode virar um clássico da literatura atual. Que já conquistou uma boa quantidade fãs. Que foi adaptado para os cinemas. Um verdadeiro sucesso.

Mas tudo tem um porém. O livro é tudo isso que eu disse, uma ótima leitura que recomendo a todos. Mas não me fez brilhar os olhos. Talvez eu não seja madura o suficiente parar ler algo assim, talvez eu seja fã de clichês, talvez. O caso é que não curto livros tristes. Leio para me divertir, não pra entrar em depressão e ficar praguejando o autor. Espero que respeitem minha opinião e que os amantes dos livros não se sintam ofendidos com o que disse.

Para quem gostou do livro, recomendo o filme "Namorados para Sempre". Segue a mesma linha realista sobre a vida.

Título: Um dia
Autor: David Nicholls
Tradução: Claudio Carina
Número de Páginas: 416
Edição: 1ª - 2011
Editora: Intrínseca
Preço: R$ 39,90
Classificação: ♥♥♥♥



[RESENHA] Os 13 Porquês, Jay Asher
| 12 comentários
O Livro do mês de fevereiro no Clube da Leitura foi Os 13 Porquês, do escritor americano Jay Asher. É uma história melodramática que vai fazer você pensar no quanto seus atos influenciam na vida das outras pessoas.

Ao voltar da escola, Clay Jensen encontra na porta de casa um misterioso pacote com seu nome. Dentro, ele descobre várias fitas cassetes. O garoto ouve as gravações e se dá conta de que elas foram feitas por Hannah Baker - uma colega de classe e antiga paquera -, que cometeu suicídio duas semanas atrás. Nas fitas, Hannah explica que existem treze motivos que a levaram à decisão de se matar. Clay é um desses motivos. Agora ele precisa ouvir tudo até o fim para descobrir como contribuiu para esse trágico acontecimento.

Os 13 Porquês é um livro de romance e suspense, tem poucas páginas, então você pode ler numa tarde. A história é triste? Sim. Pesada? Sim. Chocante? Sim. Mas é algo que vale a pena ler.

O autor narrou a historia por Clay Jensen, que percorre todos os lugares que Hannah comenta em sua gravação. Não temos flashbacks para saber o que realmente aconteceu com a suicida, apenas o que ela diz que aconteceu e o que Clay se lembra de ter acontecido, pois é óbvio que ele não estava presente em todas as situações. A descrição de todos os momentos estava perfeita, Hannah é uma ótima narradora, adorei quando ela ficava irônica! Mas os personagens não foram caracterizados o suficiente pra imaginarmos como eles seriam de fato, vai da cabeça de cada um.

Hannah sofria bullying, não tinha amigos, era alvo de boatos, assediada... Encontramos uma protagonista totalmente frágil e inocente. Mas o que mais me irritou foi porque ela não se impôs em algumas situações que teria evitado que várias outras acontecessem, ela deixava se levar. Era fraca. Alguns motivos que ela usa para explicar o suicídio são bastante bestas, mas como ela diz, tudo se tornou uma bola de neve. Tem gente que se mata por coisa mínima. No debate do Clube da Leitura, chegamos à conclusão de que Hannah já sofria antes de tudo, antes do primeiro porquê, ela era mentalmente perturbada.

O livro mexeu bastante comigo. Eu sempre vivo as protagonistas. Eu encarno a personagem na hora da leitura. E o excesso de melancolia e coisa ruim faz você pensar... não em se matar, mas no que leva outras pessoas a tomarem essa atitude. Nunca conheci nenhum suicida, na verdade, tinha um menino do meu colégio que se matou, mas eu nunca tinha o visto.

Acho que Clay pensa o mesmo quando termina de ouvir todas as fitas. Porque ele tenta mudar, perceber os outros ao seu redor. O final foi um tanto desesperado, mas gostei bastante do livro. Porém, não recomendo à pessoas que sofrem de depressão ou menores de 14 anos. O site, 13 Reasons Why tem a gravação das fitas para quem quiser ouvir, achei bastante interessante. Boa leitura!

Título: Os 13 Porquês (13 Reasons Why)
Autor: Jay Asher
Nº de Páginas: 256
Ano de Edição: 2009
Editora: Ática
Preço: R$33,90
Classificação: ♥♥♥♥

Novidade
Os 13 Porquês será adaptado para os cinemas pela Universal Pictures e a personagem principal será interpretada por Selena Gomez. Há rumores de que Logan Lerman fará o papel de Clay, mas nada foi confirmado.

Jay Asher, o autor do livro, aprovou a escolha de Selena, tanto que foi até Los Angeles se encontrar com a garota, confira a foto:







[SÉRIE] Being Erica
| 10 comentários
Being Erica é uma série canadense dirigida por Holly Dale que estreou na televisão em 2009. E atualmente é distribuída internacionalmente pela BBC. A temática é de viagem no tempo, mas de uma maneira casual e divertida. Também tem um toque de drama e romance que me fez chorar e suspirar na frente do computador. É, infelizmente a série ainda não está sendo exibida na programação nacional.

Erica é uma mulher de trinta e poucos anos que enfrenta vários problemas em sua vida. Ela não tem namorado, está recentemente desempregada e carrega consigo inúmeros arrependimentos do passado que resultam em sua infelicidade no presente. Por obra do destino, ela acaba parando num consultório médico e conhece o terapeuta, Dr. Tom, que irá mudar sua vida completamente. 

Dr. Tom pediu que Erica fizesse uma lista com todos os arrependimentos dela e a cada sessão ele lhe dá um ticket para voltar no tempo e modificar sua história. Em meio a erros e acertos, Erica faz de tudo para dar um jeito em sua vida e se auto-conhecer.

A série é totalmente encantadora, eu a encontrei por acaso em um site e resolvi dar uma chance. Você se pega torcendo para que Erica faça tudo certo, que consiga um namorado e o emprego dos sonhos. Se identifica com as histórias e se emociona com o drama.

O Dr. Tom é inteligente, misterioso e quota vários pensadores durante os episódios, dá vontade de parar e anotar tudo que ele diz.

A maior parte da história é situada em Toronto. A fotografia da cidade é muito bonita e foi algo que realmente me fascinou. 

Do elenco, o único ator que eu reconheci foi o Devon Bostick que atuou em O Diário de um Banana (Review aqui)

Se você quer uma série legal e com uma temática interessante para assistir nessas férias Being Erica é o que você procura!

Confira o trailer:




Título:Being Erica
Diretor: Holly Dale
Duração: Média de 45 minutos por episódio
País de Origem: Canadá
Emissora: CBC
Número de Temporadas: 3
Classificação: ♥♥♥♥



Matizes da Sexualidade: Jogos de Sedução
| 4 comentários
Quem me segue no twitter deve ter visto vários comentários meus a respeito da II Mostra de Filmes Temáticos sobre as Matizes da Sexualidade que a universidade está promovendo no Espaço Cultural, em João Pessoa. Hoje é o terceiro dia que eu vou e o filme que vi realmente valeu a pena.

Matizes da Sexualidade é um evento totalmente gratuito e aberto ao público. Para conferir toda a programação que vai até o dia 26, acesse: http://matizesdasexualidade.blogspot.com/
Matizes da Sexualidade é um evento com obras audiovisuais selecionadas que abordam de maneira sutil ou de forma direta, as variantes e conflitos em torno da sexualidade. São obras visuais, em sua maioria, despidas de preconceito e que trazem à tona temas polêmicos.
Bom, o filme que eu assisti foi Jogos de Sedução (2003) de Matthew Parkhill. A história é de Carmen (Natalia Verbeke) uma espanhola carente que está prestes a se casar com o rico inglês Barnaby (James D'Arcy), mas conhece outro homem em sua despedida de solteira, formando o típico triângulo amoroso. O clichê para por aí.

O filme é totalmente envolvente, a câmera é um dos personagens principais, como disse meu professor. Kit (Gael Garcia Bernal) é o outro da história e está sempre filmando. Alguns flashes de filmagem são exibidos e de início é confuso fazer as ligações das cenas, mas é outra visão sobre o triângulo amoroso. A trilha sonora é instigante, se encaixando perfeitamente com as ações. O diretor brincou um pouco com os nossos sentidos de visão e audição, devo dizer.

A sacada sensacional do filme está no final. Nunca em minha vida vi um final tão surpreendente e com tantas reviravoltas. Fiquei feliz em acertar algumas coisas que aconteceram, pois tudo é completamente imprevisível. Você se choca com tudo! Sério! É genial!

Jogos de Sedução é bom do começo ao fim. Sem mais. Nem consigo expressar o quão bom esse filme é. Só sei que vocês devem assistir.
xx thanny



Resenha: Pequena Abelha
| 4 comentários
Oi, gente! O blog ficou acumulando poeira esses dias porque eu estava sem tempo para postar, viajei, coisa e tal. Mas não se preocupem que a promoção de Marcada ainda está valendo e vou tentar atualizar com mais freqüência para não perder o ritmo outra vez.

Título: Pequena Abelha
Autor: Chris Cleave
Nº de Páginas: 272
Ano de Edição: 2010
Editora: Intrínseca
Preço: R$29,90 (Compre aqui)
Nota: 7,5


Sinopse:

Não queremos lhe contar o que acontece nesse livro.
É realmente uma história especial, e não queremos estragá-la.
Ainda assim, você precisa saber algo para se interessar, por isso vamos dizer apenas o seguinte:
Essa é a história de duas mulheres cujas vidas se chocam num dia fatídico. Então, uma delas precisa fazer uma escolha que envolve vida ou morte. Dois anos mais tarde, elas se reencontram. E tudo começa... Depois de ler esse livro, você vai querer comentá-lo com seus amigos. Quando o fizer, por favor, não lhes diga o que acontece. O encanto está sobretudo na maneira como a narrativa se desenrola.
Pequena Abelha é o segundo livro de Chris Cleave. Finalista do Prêmio Costa de 2008 como Melhor Obra de Ficção, foi indicado ao Prêmio Commonwealth Writers' como Melhor Livro de 2009.

Quando vi a capa de Pequena Abelha eu me apaixonei, para mim essa é a capa mais linda do ano. Eu, estupidamente, confundi o título com A Vida Secreta das Abelhas, livro que foi adaptado para os cinemas e estrelado por Dakota Fanning, então deve ter vários comentários meus por aí como ‘ai, amei o filme, irei amar o livro’, então relevem.

Como podem ler, a sinopse do livro não fala muito sobre a estória narrada e me senti estranha em relação a isso. Eu não compraria um livro que não faz um resumo ao leitor. Apesar de a capa ser linda... Fiquei curiosa e comecei minha leitura.

Os capítulos do livro alternam os narradores entre Pequena Abelha, nigeriana e refugiada de 16 anos, e Sarah, uma jornalista inglesa bem determinada. Se você acha sua vida difícil esse livro fará você refletir sobre uma realidade que ou você finge que não existe ou não conhece. É, prepare-se para o drama trágico!

A estória é chocante e contada de um modo único que faz com que a leitura seja contínua, pois há todo um mistério sobre o que realmente aconteceu com as personagens principais pra elas serem tão mórbidas. O que suaviza a todo o drama do livro é o pequeno Charlie, filho de Sarah, ele acredita ser o próprio Batman e não tira a fantasia do corpo.

Os diálogos são muito desenvolvidos e bem feitos. Não sou muito de reparar nisso, mas nesse livro estava evidente a qualidade do texto. A narração de Pequena Abelha consegue ser mórbida e engraçada ao mesmo tempo. E realmente te prende, principalmente quando conta o que aconteceu com ela. Achei que o final do livro foi meio precipitado, faltava apenas algumas páginas e eu já estava prevendo o que ia acontecer. Mas me surpreendeu.

Esse tipo de livro não faz meu estilo e confesso que só li porque foi cortesia da Editora Intrínseca. E não me arrependi. É bom ler estórias maduras pra dar uma sacudida na gente, pra fazer realmente pensar no que se passa no mundo, fora da nossa bolha de proteção. Pois afinal, me responda com sinceridade, até onde você iria para salvar a vida de uma pessoa que nem conhece?

Como criei um caso de amor com a capa de Pequena Abelha , resolvi pesquisar outras capas do livro. E essa continua sendo minha favorita haha e a de vocês?

imagebam.com imagebam.com imagebam.com imagebam.com imagebam.com


xx



Cherrybomb
| 4 comentários
Todos vocês devem conhecer o Rupert Grint por Rony Weasley, o ruivinho amigo de Harry Potter. Recentemente, ele atuou no filme Cherrybomb e mostrou que pode fazer qualquer papel. Eu tenho queda por ruivos e sardas, eu acho sexy. Assisti o filme só por causa dele, não tinha nenhuma expectativa além de passar o tempo e nem preciso dizer que foi mais que isso.

Sinopse: Dois grandes amigos adolescentes, Luke e Malachy, acabam se apaixonando por Michelle, uma garota nova na cidade, uma agitada garota de 15 anos que acaba de voltar para casa.
Durante um fim de semana de verão, Michelle desafia os garotos a competirem por ela. A competição agravante coloca os garotos, suas famílias e a lei um contra o outro, conforme a competição se desenvolve em direção a uma conclusão sangrenta e fatal.

Quem gosta e assiste a série Skins, irá achar algumas semelhanças, até me faz pensar se todos os jovens ingleses são drogados, baladeiros e por aí vai. Mas o roteiro do filme é interessante, apesar de ter alguns furos que podem ter sido propositais. A fotografia é muito linda, adoro filmes que enquadram com qualidade as cenas. E se vocês gostam de boa música, vão adorar a trilha sonora. O filme é independente, então ele ganha muitos pontos por ser tão bom assim, adorei!

Cherrybomb termina de um jeito diferente, as últimas cenas foram rápidas e sofri por Malachy (Rupert Grint). O amigo dele, Luke (Robet Sheehan), também deu um show de atuação e emociona com o drama de sua vida. É possível que muitos se identifiquem, em parte, com o personagem.
O filme foi exibido no Berlin Film Festival em 2009 e é mais do que recomendado. Espero que seja exibido nos cinemas brasileiros, lembro que vários países, inclusive o Brasil, criaram petições para o filme ser distribuído, mas não sei de mais nada.

Confira o trailer:





Série: Drop Dead Diva
| 3 comentários

Já imaginou como seria ter uma segunda chance de vida, mas essa vida ser completamente diferente da que você vivia?

A série é sobre Deb Dobkins, uma aspirante a modelo que morreu em um acidente de carro e reencarnou no corpo de Jane Bingum, uma advogada de sucesso, sem auto estima e obesa. Deb se lembra de tudo que aconteceu em sua vida passada e não sabe nada da vida de Jane, porém ela ficou com a inteligência da advogada e agora ajuda as pessoas ganhando os casos no tribunal.

É uma mistura de drama e comédia, eu chorei em quase todos os episódios. Pois a Deb tinha um namorado super gato que por acaso trabalha no mesmo lugar que Jane, e ela sofre todos os dias sem poder contar nada. Só quem sabe o seu segredo é sua melhor amiga, Stacy e seu anjo da guarda, Fred. Esses personagens secundários são hilários! Principalmente a assistente de Jane, uma coreana chamada Teri.

Se você gosta de romance, drama, comédia e direito (é incrível como os casos são interessantes), vale muito a pena assistir essa série que passa toda segunda às 22h na Sony. Eu assisti todos os episódios em dois dias e quero maaaaais! #viciada




Related Posts with Thumbnails