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Filme: Rindo à Toa - LOL (2008)
| 12 comentários
Rindo à Toa, dirigido pela Lisa Azuelos, retrata de maneira sutil as descobertas da adolescência e a dificuldade dos filhos se comunicarem com os pais. Baseado numa história real, é impossível não se identificar com os personagens.

Lola (Christa Teret), também conhecida por Lol, é uma garota de 15 anos que, como qualquer adolescente, gosta de voltar para a escola pelos amigos e não pelo aprendizado. Após o idiota do namorado assumir que a traiu durante as férias, ela termina tudo e acaba se consolando com seu melhor amigo, Maël (Jérémy Kapone) e é inevitável que sentimentos nunca antes percebidos sejam despertados.

Para tornar essa fase mais marcante, claro que ainda há os problemas com os pais de bônus. Mas Lola não esperava que sua mãe lesse seu diário! Agora, Anne (Sophie Marceau) tenta se aproximar da filha e resolver o relacionamento que elas possuem.

Embora pareça ser mais um clichê, o longa foge disso de uma maneira despretensiosa e tipicamente francesa. Quando os personagens acessam uma página na internet ou conversam no MSN, a janelinha imediatamente salta da tela do computador pra tela do filme, achei isso uma sacada sensacional.

A comédia cheia de dramas, além de criticar a falta de diálogo entre pais e filhos e a hipocrisia de muitos, alfineta os clichês americanos e a vida dos ingleses no decorrer da trama. Logo na primeira cena, Lola e as amigas entram em câmera lenta na escola e ela diz que isso está acontecendo porque é assim que as garotas mais bonitas aparecem nos filmes do EUA. Depois, numa viagem que fazem à Inglaterra em uma espécie de mini-intercâmbio eles ficam em casas de família bem estranhas, uma é totalmente fã da família real e deu o nome da sua filha de Diana.


Com uma fotografia de encher os olhos que torna tudo muito belo, principalmente quando exploram Paris e Londres. O filme possui uma trilha sonora envolvente (tem Keane!), inclusive, o lindo do Maël tem uma banda pop-folk muito boa, desculpa mundo, mas tive que baixar essas músicas. Os atores são lindos e estilosos. Vale a pena ver só pelo visual.

O filme fala sobre sexo, drogas e rock n’ roll, mas de uma forma bem leve. Da paixão boba pelo professor de matemática, entrar em sites pornôs a sexo sem compromisso. O uso de drogas não é constante. Engraçado que os pais também fumam maconha e querem que os filhos não fumem.

É um filme simples. Não tem nada de mais, mas é daquele tipo que mesmo após ter visto mil vezes, você não perde uma reprise. Eu não me canso de ver. Sim é um dos meus filmes favoritos, uma das minhas trilhas sonoras preferidas e com aquele que é o papel de parede do meu celular há meses, Jérémy Kapone. Tenho ciúmes, assim como com a série Misfits, mas estou num clima parisiense e resolvi compartilhar. Espero que vocês gostem tanto quanto eu.

Lembrando que terá um remake com Miley Cyrus e Ashley Greene. Como fugir do clichê assim, América? O importante é que não há nenhum outro ator que se compare a Jérémy Kapone. Então você já sabe qual versão deve assistir, né?

Bônus: Clipe da música mais lindinha do filme.




Título: Rindo à Toa/LOL (Laughing Out Loud)
Direção: Lisa Azuelos, França, 2008
Elenco: Christa Theret (Lola), Sophie Marceau (Anne), Jérémy Kapone (Maël), Marion Chabassol (Charlotte), Lou Lesage (Stéphane), Émile Bertherat (Paul-Henri), Félix Moati (Arthur), Louis Sommer (Mehdi), Jade-Rose Parker (Isabelle de Peyrefitte), Alexandre Astier (Alain), Jocelyn Quivrin (Lucas), Françoise Fabian (a mãe de Anne)
Fotografia: Nathaniel Aron
Música: Jean-Philippe Verdin
Duração: 103 min



Filme: Waiting for Forever (2011)
| 21 comentários
Perfeitinho! Essa é a melhor palavra para resumir o filme independente Waiting for Forever, do diretor James Keach (Johnny e June). Uma história dramática de amor, nada convencional, que foge do típico clichê americano.

Emma (Rachel Bilson) e Will (Tom Sturridge) são dois amigos de infância separados pelo destino. Eles cresceram longe um do outro. Porém, quando o pai de Emma fica doente, ela volta à sua cidade natal para encontrar sua família. Ao saber de seu retorno, Will também decide voltar para finalmente declarar seu amor que desde sempre sentiu pela garota.

Observando o pôster e dando uma lida na sinopse você pode ser cruelmente enganado. Não tem nada de romance meloso que faz você chorar de carência. Achei que o filme tem uma pitada de Nicholas Sparks, mas passa longe de ser obra do autor. É uma história triste.

Will é um personagem problemático, de início a gente não percebe isso, não compreende a dimensão do problema e até julga mal o irmão do cara. Ele é totalmente obcecado pela Emma. Depois que eles se separaram, quando crianças, ele continuou fazendo de tudo para ficar perto dela, mesmo que isso signifique segui-la pra onde ela fosse e não percebe o quanto isso é errado. 

"Por que um passo contrário a você parece um passo na direção errada?"
Chega a ser doloroso o conflito interno de Will para se declarar para Emma, é uma coisa completamente platônica, pois ele quase não consegue falar com ela e nos flashbacks mostra que os momentos que passaram juntos foi mais ou menos o mesmo, eles se comunicavam sem precisar de palavras. O filme é totalmente surreal e poético. Deve ser por isso que achei tão lindo.

A fotografia do filme tem cores lindas. E a trilha sonora é muito boa. Para mim, a trilha sonora é uma das partes mais importantes do filme, não engulo filme com música boa, a música tem que se encaixar no enredo e emocionar, por isso só tenho elogios a Waiting for Forever.

O casal de atores Rachel Bilson e Tom Sturridge arrasam! Só tinha visto a Rachel como a Summer de The O.C. e o Tom só em fotos com Robert Pattinson, então fiquei bastante surpresa com a atuação dele. Ele desempenhou muito bem o papel de um palhaço apaixonado, por assim dizer. E claro, foi o motivo de vários aaaaaawn’s durante o filme. Ele é muito lindo! E as falas dele muito fofas *-*

 
Chorei horrores com o final do filme, foi muito muito lindo! Na hora senti que faltou algo e acho que a maioria das pessoas vá sentir o mesmo, mas se você entender os personagens desde o início verá que faz bastante sentido o momento final deles.

Super recomendo, é o tipo de filme que faz você suspirar, chorar e refletir. Até onde vai o amor, seja ele por sua família ou pela sua ama-gêmea?

Como bônus pros românticos de plantão, a carta que Will escreveu pra Emma:

Querida Emma, essas duas palavras, "querida Emma", me levam a uma outra época, quando escrevíamos cartas, depois que mamãe e papai morreram. Eu contava sobre os meus novos amigos e minha nova vida. E você me contava sobre como os seus pais estavam felizes. A verdade não é nada. O que você acredita ser verdade é tudo. E eu acreditava que ficaria com você para sempre. Para sempre. Eu levei tanto tempo para escrever para você, porque percebi que fui um tolo. Passei a minha vida toda me enganando. Toda carta que escrevia era uma carta de amor. Como poderia ser outra coisa? Agora posso ver que todas, menos esta, eram ruins. Cartas de amor ruins imploram pelo amor. Cartas de amor boas não pedem nada. Esta, tenho o prazer de anunciar, é a minha primeira carta de amor boa para você. Porque não há nada mais para você fazer. Você já fez de tudo. Já tenho memórias suas que durarão para sempre. Por favor, não se preocupe comigo. Eu sou "perfeitinho", de verdade. Tenho tudo. Se eu tivesse um desejo, seria de que a sua vida desse a você o gosto da alegria que você me deu. Que você sinta o que é amar.

Do seu eterno amigo,

Will.

Confira o trailer:




Especial Oscar 2011 – Melhor Filme #4
| 3 comentários
Olá, leitores cinéfilos! Amanhã será a grande noite do Oscar e hoje terminamos o nosso especial de melhor filme com as reviews de Paulo Ricardo. No menu lateral tem uma enquete, quem você acha que vai ganhar esta categoria?

Confira as reviews e opine:

O Adeus de Woody
Quando estreou em 1995, Toy Story revolucionou o cinema e a animação, e foi a porta de entrada para um novo modo de fazer desenhos. Eu lembro que tinha 9 anos quando fui assistir no cinema o primeiro filme, e me apaixonei de cara, porque mostra uma história simples mas bem elaborada, sobre um assunto que ninguém tinha pensado antes, e que depois, todos queriam que realmente fosse assim: brinquedos que se mexem e falam. Além disso, Toy Story nos dá uma lição de moral, além de ter personagens extremamente carismáticos, e por isso atrai não só crianças, mas também adolescentes e adultos. Quatro anos depois, é lançado a segunda parte, com novos personagens e nova história. Todos os elementos do primeiro filme estão presentes nessa segunda parte, sendo tão boa quanto o primeiro. Mas a história estava inacabada, e precisava de mais um episódio, quem sabe um episódio final. E onze anos depois, a Pixar lança Toy Story 3 (Toy Story 3, 2010), com grandes expectativas de ser a animação do ano. E foi exatamente isso que aconteceu: Toy Story 3 foi um sucesso de público e crítica, e trouxe de volta todos os elementos dos dois filmes anteriores, com mais personagens, nova história, novas cenas memoráveis e mais lição de moral. 

Andy cresceu e está indo para a faculdade, e agora ele precisa deixar de lado seus brinquedos e seguir com a vida, mas claro, sem abandoná-los. A mãe de Andy pede para ele separar os brinquedos que quer guardar e os que vão para a doação, e claro que os brinquedos dele vão para o sótão, onde ficarão livres e prontos para quando Andy quiser relembrar os velhos tempos. Mas algo dá errado, e, por engano, Woody e seus amigos vão parar em Sunyside, uma creche. Lá, eles conhecem o urso Lotso, que diz que a creche é o melhor lugar para ficar, onde eles nunca serão esquecidos, e sempre terão novas crianças para brincar. Todos adoraram o lugar e a idéia de que poderão brincar para sempre, e todos acham que Andy os abandonou de verdade. O único que não acredita é Woody, que logo descobre que a creche não é bem o que o ursinho disse, e ele tem que resgatar seus amigos antes que Andy vá para a faculdade, e esqueça de vez seus brinquedos. 

Qual a melhor forma para terminar a saga de Toy Story, sem que Andy cresça e que deixe seus brinquedos de lado (da melhor forma possível, claro) para seguir sua vida adulta? Toy Story 3 foi perfeito, e não tinha como fazer melhor, e nem como acabar melhor. Desde a primeira cena, a clássica cena onde Andy brinca com os seus brinquedos, já sabemos que terá muita aventura, ação, diversão, risadas e muita emoção. O filme não tem nenhum defeito e nenhuma coisa errada, e as piadas repetidas têm uma roupagem nova e diferente: Buzz se achando que realmente é um patrulheiro espacial, e Jessie com medo de ser abandonada, além dos ataques eufóricos e preocupados do Rex, por exemplo. Mas o filme nos mostra novas piadas, novos acontecimentos, e novas cenas memoráveis, como a super engraçada cena do encontro de Barbie e Ken, além de ele insistir que não é um brinquedo de menina; mas ele é sim, não? Toy Story 3 é um filme que vai emocionar principalmente adolescentes e adultos que acompanharam a história nos cinemas desde o primeiro longa, quando eram pequenos. O filme toca em assuntos como a amizade, amor, e agora, o adeus e a despedida, que é inevitável, tornando o filme mais melancólico e triste de todos da série. 

Mas a parte triste fica bem para o final, e antes, somos nocauteados com humor e muita diversão, num roteiro que nos contagia de uma forma incrível, embalada em uma excelente trilha sonora, lembrando as outras canções dos dois filmes anteriores. Em Toy Story 3, as aparências enganam, e muito, e assuntos como lealdade, liderança e julgamento pela aparência, estão presentes; e essas são as lições de morais mais presentes no filme. Apesar de o ursinho Lotso ser malvado com Woody e seus amigos, conseguimos ter pena de tudo o que aconteceu com ele, mas claro, até um certo ponto. Depois de tanta aventura, correria, trabalho em equipe, lições de morais, risadas, ação e emoção, chega a parte mais emocionante do filme: a despedida de Andy com seus brinquedos. Aqueles de coração mais sensível, e principalmente aqueles que acompanham a trajetória do trio Andy-Woody-Buz, desde o início, vão se emocionar e chorar com o desfecho mais que perfeito e digno de fechar uma série de filmes mais importantes do cinema. A forma como o diretor explorou essa cena foi espetacular, e é impossível não deixar cair alguma lágrima, ou então, ficar apreensivo com a situação. E mesmo Andy estar crescido, a gente percebe o enorme carinho que ele tem com seus brinquedos, principalmente na cena em que ele analisa a pessoa escolhida, brincando com os outros brinquedos. E quem será que Andy escolheu para cuidar de seus brinquedos? E será que foi Andy mesmo que escolheu?

Toy Story 3 é sensível, emocionante, melancólico, triste, engraçado, repleto de ação e muita emoção, e fechou com perfeição a melhor série de animação da história do cinema. Será que teremos mais um filme? Toy Story 3 foi lançado em cópias 3D, que nem teve muita diferença, e faturou uma enorme bilheteria de mais de U$$ 1 BILHÃO de dólares, sendo sucesso, também, de crítica. O filme está indicado na categoria Melhor Filme e Animação. Melhor filme não vai ganhar, porque COM CERTEZA, e MUITO MAIS QUE CERTO, já vai ganhar o Oscar de Melhor Animação. 

Trio com Bravura Indômita
Para quem gosta do bom e velho gênero esquecido, o Faroeste, os irmãos Joel e Ethan Cohen nos prepararam um excelente filme do gênero: Bravura Indômita (True Grit, 2010), refilmagem do longa de mesmo nome, lançado em 1969. O filme retorna às raízes do gênero, e nos trás um ótimo filme sobre vingança, bravura e dinheiro. Bravura Indômita é estrelado por Jeff Bridges (Indicado ao Oscar), Matt Damon, Josh Brolin e Hailee Steinfield (indicada ao Oscar de Atriz Coadjuvante).

Mattie Ross (Hailee Steinfield) é uma garota durona que teve o seu pai assassinado por Tom Chaney (Josh Brolin). Ela quer vingança pela morte do pai, e contrata o velho bêbado e rabugento Rooster Cogbrum (Jeff Bridges), um oficial da justiça. Ainda se junta a eles, o "Texas Ranger" LaBeouf (Matt Damon), que também está a procura de Tom Chaney. Mattie quer vingança, Cogbrum e LaBeouf querem dinheiro, e juntos, eles partem em busca do assassino, onde eles tem que deixar as diferenças de lado e se unir para conseguir o que querem. 

Nunca me interessei muito pelo faroeste (western), e um dos poucos filmes do gênero que assisti e acabei não achando nada demais, foi o clássico de Clint Eastwood, Os Imperdoáveis (The Unforgiven, 1992). O que me chamou a atenção em Bravura Indômita foi o enredo e como as coisas iam acontecer durante o longa. O roteiro do filme é realmente muito interessante e te prende a atenção desde o início, deixando a gente na vontade de ver o que vai acontecer. E o que ajuda nisso também, são os personagens engraçadíssimos: Cogbrum e LaBeouf tentam ser durões, mas eles conseguem ser bem engraçados, graças a Jeff Bridges e Matt Damon: Cogbrum é um velho que bebe toda hora e acha que é o dono da razão; e Labeouf é um "Texas Ranger"que se orgulha por ter passado necessidades em uma de suas aventuras, e fica se gabando por ser um "Texas Ranger". Jeff e Matt estão ótimos nos papéis, e conseguem com facilidade cativar o público e nos fazer rir, com as brigas que eles têm por se acharem um melhor do que o outro. 

Quem se destaca bastante é a jovem atriz Hailee Steinfield, que interpreta a garota em busca de vingança pela morte do pai. Assim como Jennifer Lawrence em Inverno da Alma, a personagem de Hailee é extremamente madura, e se mostra mais durona e eficiente que os próprios dois oficiais. Desde o início ela se mostra capaz de resolver os problemas, tem língua afiada, corajosa e não cede fácil nas propostas dos outros, se mantendo firme e ganhando a causa no final. Pode-se dizer que ela é a Bravura Indômita do título do filme. Com três personagens ótimos, mérito dos atores, era de se esperar que os três tivessem uma química boa no filme. Mesmo eles sendo um pouco diferentes, cada um aprende um com o outro, e apesar das várias discussões ao longo do filme, eles se tornam "amigos". 

Não se pode deixar de falar da excelente fotografia do filme, mostrando lugares lindos, que passam muito bem a sensação de estar no velho oeste. Além disso, o filme tem um belo final, melancólico, bonito e muito bem planejado pela história do filme, e pelos sentimentos que os personagens tem entre si. No fim, Bravura Indômita é um excelente filme que relembra o gênero faroeste de antigamente, com direitos a batalhas e revanches com arma e tudo. O longa pode ser um grande concorrente ao prêmio de melhor filme, além de ator e atriz coadjuvante; esse último prêmio é muito merecido para a atriz Hailee Steinfield. Mas eu pensei que ia ter um elemento básico dos filmes de faroeste: os famosos duelos entre o vilão e o mocinho, onde apenas um deles sai com vida. Bravura Indômita estreia nos cinemas nessa sexta feira, dia 11 de fevereiro. Uma curiosidade: os diretores Joel e Ethan Cohen não assistiram o filme original, lançado em 1969. Eles não queriam fazer uma cópia do original, e sim uma versão deles baseado no livro que deu origem ao longa original.

Para conferir mais sobre a sétima arte acesse: http://pauloam.blogspot.com



Especial Oscar 2011 – Melhor Filme #3
| 3 comentários
Olá, leitores! Caso você encontre algum erro nas imagens do blog, tente desconsiderar. O ImageShack,site de hospedagem utilizado por muitos blogueiros, resolveu trollar todo mundo.

Gostaríamos de retificar a data do Oscar, será no domingo, dia 27. E por isso, amanhã também terá um especial com mais duas reviews. Votem na enquete ao lado no seu filme preferido :D

A criação do Facebook
Quem é que não tem algum perfil em uma rede social? Seja no Facebook, Twitter, My Space, Orkut. Você já pensou na pessoa que criou essa rede social? Quem ele é, como teve a idéia? O que aconteceu com ele? Como ele está hoje? O filme A Rede Social (The Social Network), dirigido por David Fincher mostra exatamente isso, nos apresentando a forma como foi criado o Facebook, a vida do criador, e tudo o que aconteceu na vida dele para, hoje, ele ser bilionário mais jovem do mundo.

Mark Zuckerberg foi o criador do Facebook, que no filme, é interpretado pelo excelente ator Jesse Eisenberg. Mark "criou" o Facebook em 2003, na universidade de Harvard. Tudo começou quando ele leva um fora da namorada, e decide criar um site para as pessoas votarem em qual garota é a mais bonita. O site teve um acesso muito alto, causando problemas para ele na universidade; mas também chamou a atenção dos irmãos gêmeos Winklevoss, que o convidou para criar um site de relacionamentos dentro do campus. Mark aceitou a proposta, mas não falou mais com nenhum deles, e criou o Facebook, primeiramente chamado de "THE FACEBOOK", junto com seu melhor amigo, Eduardo Saaverin, interpretado pelo futuro homem aranha, Andrew Garfield. Com o lançamento do Facebook e com todo o sucesso que o site fez, os irmãos entraram com um processo contra Mark. Mas não foram só eles que entraram com um processo, e sim também o próprio Eduardo, melhor amigo de Mark. E no filme, é mostrado todo esse processo e tudo o que aconteceu devido à criação do Facebook.

A Rede Social conquistou os críticos dos EUA, e a atuação de Jesse Eisenberg pode lhe dar uma indicação ao Oscar. Não é para menos. Ele se mostra uma pessoa fria, calculista, ambiciosa, sem medo dos processos e de ninguém, mas que no fundo, ele se sente arrependido, mas não demonstra, e nem tem como voltar atrás. O filme não se torna chato em nenhum momento, e a história da criação do Facebook é muito mais interessante do que você pensa. Nela temos, processos, festas, drogas, sexo, vilões e mocinhos, mas que não se pode ter tanta certeza de quem é o vilão e quem é o mocinho. Mas se Mark roubou a idéia dos dois irmãos, ele está errado, certo? Pode até ser, mas ele criou o Facebook para se expandir fora do campus; já a idéia dos irmãos era fazer isso, mas dentro do campus. Então? Quem é que está errado? E a atuação de Jesse Eisenberg é tão perfeita que faz a gente dar razão para ele.

Falando em atuação, não foi só a de Eisenberg que ganhou destaque. A de Andrew Garfield que interpreta o melhor amigo de Mark, e a do cantor Justin Timberlake, que interpreta Sean Parker, que criou uma rede de downloads super famosa, a Napster, que foi a primeira que sofreu processos sobre direitos autorais. Os diálogos dos personagens são rápidos e atrapalham um pouco aqueles que lêem mais devagar nas legendas; mas aos poucos dá para se acostumar. A linha narrativa do filme se mistura no presente, quando Mark está com os dois processos contra ele, e no passado, mostrando desde o primeiro dia que ele começou a planejar o Facebook; e isso torna o filme mais agitado, com mais história e acontecimentos.

E não para por ai. A Rede Social é muito mais do que um simples filme sobre a criação do Facebook; o longa mostra uma história de amizade destruída por dinheiro, ambição, insegurança, caráter e fama, que ganha repercussão até hoje. A Rede Social é um excelente filme e nos passa uma lição de vida: tudo na vida, tem um preço.

Em busca de uma Luz
Inverno da Alma (Winter's Bone, 2010) é suspense misturado com drama sobre uma menina de 17 anos que tem que cuidar de seus dois irmãos pequenos, e de sua mães doente. O filme ganhou vários prêmios de festivais de filmes independentes, e foi adquirindo fama, até chegar onde chegou. Os pontos fortes de Inverno da Alma são as atuações e o cenário do longa.

Ree Dolly (Jennifer Lawrence), indicada ao Oscar, é uma menina de 17 anos que cuida sozinha de seus irmãos e de sua mãe, que é doente. O pai dela está desaparecido, e essa é a questão do filme: Jessup Dolly, que não aparece no filme, usou a casa deles como fiança, e desapareceu. A justiça está a procura Jessup, que não compareceu ao seu julgamento, e com isso, toda a sua família será despejada em uma semana. Ree começa a procurar seu pai, enfrentando as piores pessoas que tem haver com o passado criminoso de seu pai.

Inverno da Alma foca bastante nas ótimas atuações dos personagens, além de do cenário frio e assustador onde a história se passa. Primeiro vamos falar sobre o cenário, que é importante para mostrar como são os personagens. A história se passa no meio do nada, em umas espécies de fazendas bem pobres, durante o inverno. Os personagens moram no campo, em um lugar afastado e sem muito contato com uma civilização decente. Os personagens são violentos, grossos e criminosos, e o maior problema deles é conversar e dialogar. Jennifer Lawrence demonstra frieza, segurança e atitude ao interpretar a personagem Ree, que enfrenta vários perigos, e situações difíceis com seus irmãos: ela passa fome, ensina os seus irmãos a atirar, passa por vários problemas com os vizinhos violentos ao procurar seu pai desaparecido; mas não porque gosta dele, e sim para poder se ver livre do despejamento. O tio dela, Teardrop (John Hawkes), que foi indicado ao Oscar de ator coadjuvante, é um homem viciado e violento, que não ajuda Ree na procura do pai. A sua interpretação não é tão boa quanto a de Jennifer, e não merece o prêmio; ao contrário da atriz indicada.

O mistério do filme é encontrar o pai de Ree, não importa se ele está vivo ou morto. E pelo rumo que a história leva, Inverno da Alma parecia ter um daqueles finais chocantes e emocionantes; já que muitas coisas assim acontecem durante o longa. O final deixa a desejar, mas não é ruim, é forte e tenso. Inverno da Alma é um ótimo suspense que te prende a atenção, mas é um pouco parado para quem busca um filme com mais ação; até porque, tem muito drama no longa. Inverno da Alma é um filme que mostra o outro lado da superação, um lado mais cruel, digamos, devido toda à situação dos personagens; em busca de uma solução para os problemas. Não é o melhor dos indicados ao Oscar, porém, vale a pena assistir pela atuação de Jennifer Lawrence, e pela bela fotografia.

Reviews por:
Para conferir mais sobre a sétima arte acesse: http://pauloam.blogspot.com





Especial Oscar 2011 – Melhor Filme #2
| 11 comentários
O Oscar será no dia 28 de fevereiro e os 10 indicados a melhor filme são: Cisne Negro, O Vencedor, A Origem, Minhas Mães e Meu Pai, O Discurso do Rei, 127 Horas, A Rede Social, Toy Story 3, Bravura Indômita e Inverno da Alma.

Vamos conferir mais três reviews de Paulo Ricardo e apostar quem leva esse prêmio!

O longa Minhas Mães e Meu Pai (The Kids Are Allright) é um dos favoritos ao Oscar; e não será surpresa se ganhar alguma estatueta. Dirigido por Lisa Cholodenko, e estrelado por Julianne Moore, Annett Benning, Mark Rúfalo, Josh Hutcherson e Mia Wasikowska, o drama mostra uma família, cujos pais são um casal de lésbicas, que enfrentam os problemas quando o doador do esperma surge na rotina da família. “Minhas Mães e Meu pai” é um raríssimo filme, um filme realmente bom, que merecia mais atenção, no meio de tantos blockbusters que só existem para faturar dinheiro.

Nic (Annett Benning) e Jules (Julianne Moore) são um casal de lésbicas que tem dois filhos, onde cada um nasceu de uma delas: Joni (Mia Wasikowska, a Alice de Tim Burton) e Laser (Josh Hutcherson). Tudo está indo bem na família, até Laser pedir para sua irmã, que já completou 18 anos, ligar para o centro de doação de esperma, a fim de conhecer o pai biológico. Tudo acontece como ele queria, e os dois irmãos vão conhecer o seu pai, Paul (Mark Rúfalo). Mas a entrada de Paul na vida da família, não vai só trazer alegria, e sim problemas também, e eles tem que resolver isso para viverem em paz novamente.

Minhas Mães e Meu Pai é um maravilhoso e delicioso drama, pode ser dividido em dois momentos: a primeira parte é divertida, deliciosa de se assistir, e que torcemos para que tudo dê certo na família tão perfeita, aparentemente. A segunda parte é mais dramática, triste, que é quando a família começa a romper o laço de harmonia entre eles. As duas partes, bem distintas, são excelentes e a história é muito bem levada adiante. Todas as atuações são perfeitas e dignas de Oscar, principalmente as das duas mães. A médica Nic é uma mulher mais séria, na dela, mais careta digamos, e é um pouco estressada demais com a vida. Já Jules é bem ao contrário: ela não tem um emprego fixo, é mais liberal, divertida, brinca mais com os seus filhos. Os filhos de Nic e Jules deveriam ser tipicamente americanos: revoltados, inquietos, bagaceiros e extremamente complicados; mas não são. E eles se dão muito bem com o fato de ter duas mães na família. Joni é uma menina certinha, mais chegada à família, que acabou de completar 18 anos; Laser é um garoto de 15 anos, também mais família, mais quieto, cheio de dúvidas e questionamentos, que tem a vontade de conhecer o pai. E Mark Rufalo, que está no seu melhor papel dos últimos anos, interpretando Paul, um pai esquisito e sem muitas responsabilidades. E juntando todas essas atuações, temos um ótimo elenco que consegue se manter durante o filme todo, junto com o seu maravilhoso enredo, também digno de Oscar.

O problema começa com a aparição do pai doador na vida da família, e isso começa a afetar emocionalmente as duas mães, principalmente a personagem de Annett Benning, que é mais certinha e não gosta nem um pouco do jeito largado do pai. E os problemas se intensificam quando Paul convida Jules para trabalhar no jardim dele, na sua casa. Um fato muito bom que o filme propõe, é que a família de Nic e Jules, é extremamente normal, como se fossem uma família comum, mostrando os momentos felizes e as dificuldades; e mostrando também que uma família assim pode muito bem ser normal.

Enfim, Minhas Mães e Meu pai é um ótimo filme e merece todos os prêmios de atuação, roteiro e até filme. Vamos torcer para que o filme consiga essa façanha no Oscar 2011.


Filmes sobre o reinado Britânico e coisas do tipo, nunca me chamaram atenção, e os que eu assisti, achei nada demais. Mas claro que, um filme indicado à 12 Oscar, o filme com mais indicações desse ano, além de ter Colin Firth no elenco, poderia ser diferente, e foi. Isso foi ajudado por ter um tema bastante interessante, e totalmente diferente em um filme assim: pessoas gagas. Imagina um Rei ser gago; ele que tem que fazer pronunciamentos ao vivo, onde sua voz tem que passar confiança para o seu povo. O filme britânico O Discurso do Rei (The King's Speech, 2011) é baseado em fatos reais sobre Albert Frederick Arthur George, o pai da atual rainha britânica, Elizabeth II.

O duque de York, Arthur George (Colin Firth) é gago desde os quatro anos, e ao longo de sua vida, não vem se importando muito com isso, já que ele não será o sucessor de seu pai no trono, e sim seu irmão Edward (Guy Pearce). Mas com seu pai ficando cada vez mais doente, e os escândalos que seu irmão anda fazendo, o duque começa a acreditar que ele será o sucessor do trono, mesmo não acreditando completamente. Sua esposa, Elizabeth (Helena Bohan Crater) começa a procurar vários especialistas para resolver o problema de seu marido, até encontrar o estranho médico Lionel Logue (Geoffrey Rush). Apesar de seus métodos estranhos, ele consegue a confiança da família real, e cabe a ele resolver o problema do duque, que em breve terá que enfrentar esse medo de gaguejar para o momento mais importante de sua vida, e da história da humanidade.

O Discurso do Rei não é apenas um filme sobre à família Britânica que não faz nada, e vai muito mais além: ele mostra o medo e a superação de uma das pessoas mais importantes do mundo, de uma forma tão legal que prende a atenção do espectador. O principal responsável por isso é o excelente ator Colin Firth, que ganhou o Globo de Ouro de ator em drama por esse filme, além da indicação ao Oscar pelo mesmo. Ele se entregou totalmente ao papel, interpretando um rei gago como se ele realmente fosse um, mostrando suavidade, sutileza, e agressividade em alguns momentos, da forma mais natural possível. O seu parceiro de cena também esteve muito bem, mas não tanto quanto o protagonista: o médico Lionel Logue, interpretado por Geoffrey Rush, que também foi indicado ao Globo de Ouro, só que de ator coadjuvante, e está indicado ao Oscar na mesma categoria. Lionel é o médico que vai curar George, mas ele vai além disso: ele se torna um psicólogo ao ouvir seus problemas, e no final das contas, acaba se tornando um grande amigo do duque. Entre discussões e papos de amigos, além do estranho e engraçado tratamento de Lionel, os dois tem uma ótima química em cena, e levam o filme adiante sem nenhuma preocupação. E junto a essa dupla "de reis", está a esposa do duque, Elizabeth, interpretada por Helena Bohan Carter, esposa de Tim Burton, e que foi indicada ao Globo de Ouro de atriz coadjuvante e também ao Oscar na mesma categoria. Diferente das personagens que tem interpretado, ela está decente e atuando com sutileza, exatamente como uma duquesa e futura Rainha.

O roteiro do filme é simples e direto, e apresenta um momento histórico importante para a história da humanidade. A época que se passa o filme, é momentos antes de começar a Segunda Guerra Mundial, sendo essa parte mostrada mais para o final. Para dar um toque mais real sobre esse fato histórico, o diretor mostra o ex-duque assistindo cenas reais do ditador alemão Adolf Hitler, que acredito que estava falando sobre a guerra. Eu achei super interessante ressaltarem isso no filme, e fatos assim ajudam o filme a ser mais prestigiado. No início do filme, seria apenas um duque indo ao médico para curar sua doença, mas ao decorrer do longa, o duque terá mais responsabilidades do que imaginava, e teria que fazer o tão esperado "discurso do rei" em um momento extremamente importante. E por fim, ainda falta ressaltar o excelente figurino, o cenário real e a belíssima fotografia mostrando muito bem a época dos anos 30.

O Discurso do Rei é muito mais do que um filme mostrando a vida da família real, e quase nem é isso, e sim uma história de superação onde a voz de um homem é a coisa mais importante para uma nação. Em uma época onde um país estava à beira do início de uma terrível guerra e pessoas precisavam de uma voz forte e confiante os confortando, um futuro Rei não tinha nada disso. Com uma ajuda nada certa, consegue fazer o tão importante discurso que mudaria não só a história de uma nação e o mundo, mas também a superação de um Rei com um problema que qualquer pessoa pode ter. O Discurso do Rei é um dos favoritos ao Oscar de melhor filme, mas acho que não vai ganhar o principal prêmio, já que não é um filme americano, e o Oscar é. O filme é um grande concorrente com o outro favorito, A Rede Social.


127 Horas (127 Hours, 2010), dirigido por Danny Boyle, é um drama baseado em fatos reais, sobre um alpinista que fica preso no meio de uma rachadura em um enorme canyon, nos EUA. O filme acompanha as 127 horas que personagem de James Franco fica preso no lugar. A história se passa em 2003, quando o alpinista Aaron Ralston (James Franco) resolveu fazer uma escalada nas montanhas de Utah, nos EUA. Durante a escalada, ele sofre um acidente e fica preso em uma pedra, numa fenda no meio da enorme montanha. Aaron não avisou ninguém onde ia escalar, e o filme mostra as 127 horas (5 dias) que o personagem fica preso, tentando sobreviver com o pouco que ele tem.


127 Horas é um filme que, a maioria do tempo, se passa em um único lugar, além de que o personagem de James Franco aparece sozinho a maior parte do filme, com exceção das lembranças de Aaron durante o filme. E se você pensa que vai ser tedioso, está enganado. O ator leva muito bem o filme adiante, com uma atuação convincente e maravilhosa, nos passando muito bem todo o desespero que personagem passou. Mesmo nas situações mais difíceis e horríveis que alguém pode passar, ele não perde o humor, a ironia e a sensibilidade, e nos apresenta uma maravilhosa atuação. E apesar do desespero de ficar preso ali e morrer, ele nunca perde as esperanças de conseguir sair com vida, exatamente como diz a frase que aparece no trailer: "Não há força mais poderosa na Terra do que a vontade de viver". É tão bom saber que um ator da nova geração tem talento o suficiente para conseguir manter um filme sozinho, e com certeza, James Franco terá o mesmo respeito que os grandes atores veteranos têm agora.

Além da ótima atuação do ator, outro atrativo é a fotografia linda do filme. As paisagens no meio dos Canyons são perfeitas e maravilhosas, embaladas numa excelente trilha sonora, com destaque para If I Rise, de A.R. Rahman e Dido, que foi indicado ao prêmio de melhor canção. 127 Horas mistura cenas reais com as lembranças vividas do personagem, que o ajudam a superar todo o problema que está passando. E as vezes, o diretor mostra cenas do que o personagem imaginava que queria que acontecesse, deixando a gente na dúvida se é verdade ou imaginação dele.

127 Horas é tenso, angustiante e ao mesmo tempo é um filme maravilhoso e inspirador, sobre a vontade de viver e todo o sentimento de culpa pelos atos que o personagem fez durante sua vida. É como se a pedra que o prendeu, e todo esse momento, fossem um teste para ter uma segunda chance na vida, e mudar tudo que fez de errado. E é exatamente isso que o filme propõe, como até o próprio personagem diz: "Essa pedra esteve me esperando desde o momento que eu nasci." James Franco é um forte concorrente ao Oscar de Melhor Ator, e merece o prêmio. Vamos torcer para que a academia dê o prêmio a ele. 127 Horas estréia no Brasil dia 18 de fevereiro.







Para conferir mais sobre a sétima arte acesse: http://paulo-am.blogspot.com





Especial Oscar 2011 – Melhor Filme #1
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Nosso querido colaborador e blogueiro, Paulo Ricardo, fez review de TODOS os filmes indicados ao melhor filme no Oscar. E vamos fazer um especial dividido em três posts para você conhecer melhor os longas e começar as apostas.

O Oscar será no dia 28 de fevereiro e os 10 indicados a melhor filme são: Cisne Negro, O Vencedor, A Origem, Minhas Mães e Meu Pai, O Discurso do Rei, 127 Horas, A Rede Social, Toy Story 3, Bravura Indômita e Inverno da Alma.

Confira as primeiras reviews:

Cisne Negro
Desde sua primeira apresentação no cinema, no 67º Festival de cinema de Veneza, Cisne Negro (Black Swan) vem ganhando fama. Já conquistou um Globo de Ouro de melhor Atriz, e está indicado à 5 Oscar; e é um grande favorito do prêmio de melhor filme. Estrelado pela atriz Natalie Portman, o longa de Darrem Aronosfki é um suspense/drama psicológico ambientado no mundo do balé.

Nina (Natalie Portman) é uma bailarina frágil, sensível, com problemas na vida pessoal, e que quer se tornar uma bailarina perfeita. A chance aparece quando o diretor artístico Thomaz Leroy (Vincent Cassel) aparece onde Nina trabalha: ele está a procura de uma bailarina para interpretar a peça O Lago dos Cisnes. Nina é a escolhida e terá que interpretar o Cisne Branco, que representa a inocência e a sensibilidade, e o Cisne Negro, que representa a malícia e sensualidade. Mas uma nova bailarina aparece, Lily (Mila Kunis), chamando a atenção de Thomaz, e apesar das duas se tornarem "amigas", ela pode ser um empecilho no caminho do sonho de Nina.

Cisne Negro é um ótimo filme que mostra sonhos, desejo, obsessão, inveja, sensualidade e loucura no mundo do balé, com uma ótima interpretação de Natalie Portman. Sua personagem é pura, tímida e inocente, que tem uma mãe rígida, tem problemas, não se diverte e só pensa no seu trabalho. Ela é a representação perfeita do Cisne Branco. Se a personagem de Portman começou assim, a partir da metade ela muda completamente de personagem, se tornando agressiva, sensual e mais livre de tudo o que ela passava. Ela consegue ser doce, sensível, para depois se tornar agressiva, psicótica e sensual; tudo isso durante o filme de uma forma extremamente convincente, nos prendendo a atenção desde o início. 


[FILME] Scott Pilgrim Contra o Mundo
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Hello! A partir de hoje, as críticas de filmes serão feitas pelo novo colaborador do blog, Paulo Ricardo que é meu amigo e também blogueiro. Quem quiser conhecer um pouco mais sobre ele, acesse "Sobre" no menu acima. Por favor, não deixe de dar boas vindas à ele *-*



Quando se está apaixonado, você faz tudo para conquistar o seu amor, e quando conquista, faz de tudo para dar certo. Também, dizem que o amor machuca. E de fato, machuca muito, e no filme Scott Pilgrim Contra o Mundo (Scott Pilgrim VS The World) isso acontece de todas as maneiras possíveis. O longa é baseado numa história em quadrinhos, inspirada em mangás e jogos de videogame, criada por Brian Lee O'Mailey, chamada Scott Pilgrim, que tem 6 edições lançadas entre 2004 e 2010. Todos esses elementos, inspirados em mangás e jogos de videogame, estão presente no longa.

Scott Pilgrim (Michael Cera) é um jovem de 24 anos que tem uma banda de garagem chamada "Sex Bob-Omb". Os integrantes da banda são seus amigos, a maioria dos tempos do colégio: Stephen Stills (Mark Webber) e a baterista Kim Pine (Alison Pill). Young Neil (Johnny Simmons) não toca na banda, mas sabe tocar um pouco de guitarra, e empresta a casa dele para a banda tocar. Scott mora com o seu amigo gay, Wallace (Kieran Culkin, irmão de Macauley Kulckin). Scott está namorando uma garota chinesa, Knives Chau (Ellen Wong), mas conhece Ramona Flowers (Mary Elisabeth Winstead) uma garota que muda de cor de cabelo toda hora, e se apaixona rapidamente por ela. Os dois começam a sair juntos e a namorar, mas ele não sabia do que estava para vir: para poder ficar com a sua atual paixão, Scott Pilgrim terá que enfrentar os sete ex-namorados de Ramona, conhecidos como A Liga dos Sete Ex-Namorados do Mal, todos com super poderes.

Scott Pilgrim Contra o Mundo é um dois filmes mais originais do ano de 2010. O longa é uma comédia romântica que mistura elementos de histórias em quadrinhos e jogos de videogame. Durante as cenas, entre as falas, toques de campainhas, batidas de tambores e de guitarra, e até durante a apresentação da banda, aparecem desenhos representando a propagação do som, como "Ding-Dong", "Pow", "Ring-Ring", Crash" e "AAAH", além de pequenos corações que aparecem nas cenas de romance, entre várias outras. E nas cenas de luta entre Scott e a liga dos sete ex-namorados, aparecem elementos de jogos de videogame antigos, incluindo algumas músicas: desde vidas aparecendo durante o filme, como em Super Mario Bross, até elementos dos jogos do Street Fighter, como "VS", "K.O.", "Continues" (quando você morre e tem mais chances), entre outros elementos. Quem conhece esses dois jogos, sabe o que estou falando. Scott Pilgrim tem um visual incrível, que seria ainda mais divertido se fosse em 3D, e é muito original, misturando todos esses elementos citados, além de cenas de luta iguais a de videogame, junto com elementos de uma típica comédia romântica.

Todos os atores tem uma interpretação maravilhosa e super atual: eles demonstram todos os sentimentos e a vontade de viver que os adolescentes de hoje tem (muito representado pelo cabelo deles), além de suas atitudes; e tudo isso entre piadas ótimas e com tons críticos. Até os integrantes da liga dos ex-namorados de Ramona estão divertidíssimos e super estereotipados, mostrando todos eles super bonitos e com um visual bem diferente. Falando neles, os ex-namorados de Ramona são bem diversificados: tem emo, lésbica, ator de cinema, vegetariano e até irmãos gêmeos.

O visual de Scott Pilgrim Contra o Mundo é tão importante quanto o roteiro, e não deixa nada a desejar, pelo contrário, é super dinâmico, divertido e original; porém, algumas pessoas vão achar esses elementos estranhos e ridículos. Um ótimo filme para se divertir e para assistir, é extremamente diferente do que estamos acostumados; uma pena que muita gente não soube apreciar o filme. O longa não fez muito sucesso nos EUA e mundo afora, e por isso, o filme foi adiado várias vezes aqui no Brasil, e recentemente, a Paramount e a Universal decidiram lançar o filme somente em São Paulo, para depois ter um lançamento nacional direto em DVD e BlueRay.




Por:



[FILME] Gatos, Fios Dentais e Amassos
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Hell-o! O post de hoje é mais uma dica de filme. Já que praticamente todo mundo está de férias, sugestões do que ver nunca é demais, né?

Gatos, Fios Dentais e Amassos (2008) é uma comédia romântica teen do cinema britânico. Conta a história de Georgia (Georgia Groome), uma garota prestes a fazer 15 anos e que vive o drama de ser uma adolescente. Tem pais um tanto caretas, uma irmã que pensa que é metade gato, um gato maluco e ela odeia o nariz dela. Na escola, conhece Robbie (Aaron Johnson ♥), um verdadeiro sex god que se muda para sua cidade, junto com seu irmão e sua mãe.

Georgia faz de tudo para namorar Robbie, cria vários planos com suas amigas, a Ace Gang, desde perseguir o cara a fingir que perdeu o gato só para ele ajudá-la. Mas Robbie namora sua arquiinimiga Lindsay (Kimberley Nixon) e ela tem que provar que é melhor do que ela. Fora isso, seu aniversário está chegando e ela quer uma super festa no clube e com DJ, sendo que seus pais não são tão a favor disso e pra completar o aniversário da Lindsay é no mesmo dia.

Tudo que a garota quer é um namorado e uma festa perfeita, é pedir muito?


Matizes da Sexualidade: Jogos de Sedução
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Quem me segue no twitter deve ter visto vários comentários meus a respeito da II Mostra de Filmes Temáticos sobre as Matizes da Sexualidade que a universidade está promovendo no Espaço Cultural, em João Pessoa. Hoje é o terceiro dia que eu vou e o filme que vi realmente valeu a pena.

Matizes da Sexualidade é um evento totalmente gratuito e aberto ao público. Para conferir toda a programação que vai até o dia 26, acesse: http://matizesdasexualidade.blogspot.com/
Matizes da Sexualidade é um evento com obras audiovisuais selecionadas que abordam de maneira sutil ou de forma direta, as variantes e conflitos em torno da sexualidade. São obras visuais, em sua maioria, despidas de preconceito e que trazem à tona temas polêmicos.
Bom, o filme que eu assisti foi Jogos de Sedução (2003) de Matthew Parkhill. A história é de Carmen (Natalia Verbeke) uma espanhola carente que está prestes a se casar com o rico inglês Barnaby (James D'Arcy), mas conhece outro homem em sua despedida de solteira, formando o típico triângulo amoroso. O clichê para por aí.

O filme é totalmente envolvente, a câmera é um dos personagens principais, como disse meu professor. Kit (Gael Garcia Bernal) é o outro da história e está sempre filmando. Alguns flashes de filmagem são exibidos e de início é confuso fazer as ligações das cenas, mas é outra visão sobre o triângulo amoroso. A trilha sonora é instigante, se encaixando perfeitamente com as ações. O diretor brincou um pouco com os nossos sentidos de visão e audição, devo dizer.

A sacada sensacional do filme está no final. Nunca em minha vida vi um final tão surpreendente e com tantas reviravoltas. Fiquei feliz em acertar algumas coisas que aconteceram, pois tudo é completamente imprevisível. Você se choca com tudo! Sério! É genial!

Jogos de Sedução é bom do começo ao fim. Sem mais. Nem consigo expressar o quão bom esse filme é. Só sei que vocês devem assistir.
xx thanny



Cherrybomb
| 4 comentários
Todos vocês devem conhecer o Rupert Grint por Rony Weasley, o ruivinho amigo de Harry Potter. Recentemente, ele atuou no filme Cherrybomb e mostrou que pode fazer qualquer papel. Eu tenho queda por ruivos e sardas, eu acho sexy. Assisti o filme só por causa dele, não tinha nenhuma expectativa além de passar o tempo e nem preciso dizer que foi mais que isso.

Sinopse: Dois grandes amigos adolescentes, Luke e Malachy, acabam se apaixonando por Michelle, uma garota nova na cidade, uma agitada garota de 15 anos que acaba de voltar para casa.
Durante um fim de semana de verão, Michelle desafia os garotos a competirem por ela. A competição agravante coloca os garotos, suas famílias e a lei um contra o outro, conforme a competição se desenvolve em direção a uma conclusão sangrenta e fatal.

Quem gosta e assiste a série Skins, irá achar algumas semelhanças, até me faz pensar se todos os jovens ingleses são drogados, baladeiros e por aí vai. Mas o roteiro do filme é interessante, apesar de ter alguns furos que podem ter sido propositais. A fotografia é muito linda, adoro filmes que enquadram com qualidade as cenas. E se vocês gostam de boa música, vão adorar a trilha sonora. O filme é independente, então ele ganha muitos pontos por ser tão bom assim, adorei!

Cherrybomb termina de um jeito diferente, as últimas cenas foram rápidas e sofri por Malachy (Rupert Grint). O amigo dele, Luke (Robet Sheehan), também deu um show de atuação e emociona com o drama de sua vida. É possível que muitos se identifiquem, em parte, com o personagem.
O filme foi exibido no Berlin Film Festival em 2009 e é mais do que recomendado. Espero que seja exibido nos cinemas brasileiros, lembro que vários países, inclusive o Brasil, criaram petições para o filme ser distribuído, mas não sei de mais nada.

Confira o trailer:





Diário de um Banana: não é um diário, é um filme!
| 2 comentários
Diário de um Banana é uma adaptação do livro de Jeff Kinney para os cinemas. E conta a história de Greg Heffley, um garoto de 13 anos que entra de cabeça no ensino fundamental e faz de tudo para sobreviver a essa terrível época escolar. Todos os dias ele cria um plano para ficar entre os populares e ter no mínimo onde comer na hora do lanche, mas não obtêm muito sucesso nisso. Além de todas as confusões na escola, ele ainda tem que aturar o chato do irmão mais velho que não larga do seu pé (eu achei o ator super parecido com o Danny Hall, oi) e o apelido vergonhoso que seu irmão caçula lhe deu, Bubby (mamão).

O filme é naturalmente engraçado, todas as cenas te deixam com no mínimo um sorrisinho no rosto. E apesar de mostrar um ano inteiro do Greg, nada é passado de forma rápida demais a ponto de você se perder na história. A trilha sonora é fucking amazing! Não tenho um adjetivo em português pra isso sem parecer rude, mas as músicas se adéquam perfeitamente as cenas. E a fotografia do filme é linda! As cores da escola e tudo, awn.

Os amiguinhos do Greg são hilários! Eles são estranhos e não ligam de ainda serem crianças no ensino fundamental. As melhores partes do filme contêm Freggley, o nojentinho da turma, e Rowley, melhor amigo de Greg, ele é super fofinho *-* Não preciso dizer mais nada, me apaixonei por esse filme, nada nele é forçado.

O Diário de um Banana entra em cartaz nos cinemas brasileiros no dia 24 de Dezembro. Um dia antes do meu aniversário!
xx




Review: O Nevoeiro
| 5 comentários
Título Original: The Mist
Gênero: Ficção Científica , Terror, Suspense
Direção: Frank Darabont
Roteiro: Frank Darabont, Stephen King
Distribuidora: Paris Filmes


Férias para mim se resumem à filmes, livros, cinema e amigos. Hoje é meu primeiro dia sem faculdade e resolvi ver O Nevoeiro, filme super recomendado por meus amigos, então resolvi dar uma chance e assistir.

Após uma tempestade muito forte que arrancou árvores do solo, o artista David Drayton resolve ir ao mercado com seu filho de 8 anos para comprar suprimentos, pois a situação estava tensa e era melhor ter um estoque de comida em casa por precaução. Antes de sair eles reparam numa grande névoa que se aproxima sobre o lago perto da montanha, mas como o clima estava estranho, achavam que era apenas mais um fenômeno da natureza. Sendo que eles estavam errados. No mercado, um local chega aos berros dizendo existir algo dentro do nevoeiro. As pessoas decidem ficar abrigadas e aos poucos vão descobrindo as coisas que o nevoeiro esconde.

Cada um reage de sua maneira à uma situação de perigo/caos. Quando não existe uma certeza... não há leis, o medo prevalece e as pessoas liberam seus extintos primitivos para garantir sua sobrevivência. É realmente perturbador.

Eu assisto no máximo 5 filmes desse jeito por ano. Não faz meu gênero. Sou medrosa, tenho medo do escuro e imaginação fértil, então eu gosto de dormir em paz à noite, sem pesadelos! rs

O Nevoeiro é baseado num livro do rei do terror, Stephen King e por isso acontecem algumas coisas inexplicáveis, estranhas. Mas o que incomoda mais dentre todas as cenas do filme é o final. É chocante! Mesmo gostando do final dos personagens e amando o de um em particular. Estou até agora repassando os acontecimentos em minha mente e é perturbador, já falei isso? Não tenho outra palavra pra resumir. Perturbador e chocante. Só isso.

O filme é ótimo, o final vale por ele inteiro! Recomendo pra ver com os amigos à noite haha E sei lá, faz a pessoa pensar, de todas as coisas mais sombrias que apareceram acho que ninguém supera o que o homem é capaz de fazer. É como se o mal fosse o homem, não as coisas. Ainda estou refletindo sobre isso, mas como não chego a nenhuma conclusão irei parar por aqui x)
xx




Pré-Estréia de Eclipse em João Pessoa/PB
| 6 comentários
Acabei de chegar da pré-estréia de Eclipse e tentei ao máximo seguir minhas próprias dicas. Foi inevitável gritar em algumas cenas, mas fora isso não atrapalhei o filme de ninguém. Aqui em João Pessoa, de 09:30h já tinha gente no shopping para formar a fila do filme, isso que é vício! Eu só fui após o almoço, mas consegui um bom lugar. Como sou do Fã-Clube Crepúsculo PB, distribuímos alguns dos brindes fornecidos pela Editora Intrínseca, todo mundo estava tatuado e com marcadores de página. Na hora de entrar na sala, umas pestes ainda conseguiram furar fila, mas não teve tanto empurra-empurra como nos anos anteriores, o que foi um alívio. Enquanto o filme não começava cantamos, dançamos e tiramos várias fotos, adoro! Pré-estréia é sempre uma festa RS

Sem dúvidas Eclipse é o melhor filme da Saga Crepúsculo até agora, teve mais ação, flashbacks divinos e melhor edição de imagem. Não entendo muito de cinema, mas a fotografia do filme tava muito perfeita, as cenas mais sombrias então...
Todo mundo sabe que nesse filme há um dilema de Bella escolher Edward ou Jacob, mas isso realmente cansa, não é à toa que muitas pessoas a odeiam. Ela é chata, sem graça, idiota e não vou baixar o nível RS O clima entre ela e Edward esquenta um pouco, só um pouco porque Edward é um homem direito e faz as coisas do modo mais antiquado possível, tão perfeitinho *-* Entre Jacob a amizade muda, ele declara seus sentimentos pela garota e rola beijo! A cena da cabana foi alvo de muitos comentários no cinema haha Gente, adorei tanto o filme que nem sei dizer qual foi a melhor parte, mas o treinamento de Jasper, os flashbacks e Edward pedindo Bella em casamento estão no top 5. Valeu a pena esperar mais de 10h na fila e mal vejo a hora de poder rever o filme. Eclipse eu faço questão de ter em DVD!

Claro que nem tudo é perfeito, o filme conseguiu ser fiel ao livro, mesmo alternando algumas cenas, mas que diabos eram os recém-criados sendo mortos? Eram bonecos de porcelana? Feitos de vidro? Tudo bem que eles não possuem sangue, mas creio que ainda tem órgãos dentro do seu corpo. Os lobos que achei bem mais crescidinhos (colocaram fermento na ração? Q) estavam bem melhores, mas ainda tava muito digitalizado, nem sei se essa é a palavra certa, mas não ficou muito real. E apareceu bem pouco da Bree, como no livro, fiquei triste ):

Com certeza estou esquecendo de algum detalhe, mas está tarde, não tenho nada pra fazer... quer dizer, vou dormir agora. E só estou postando para avisar que não sumi, apenas fiz uma viagem muito cansativa e estou querendo pôr minhas coisas em dia, não tenho planos de abandonar my wonderland nem tão cedo... :D 
xx



Dicas do que fazer no Dia dos Namorados
| 2 comentários
Dia 12 de junho está muito próximo, e como você já deve estar careca de saber, é o Dia dos Namorados. Agora se você, como eu, não tem namorado (a), não se desespere! Com minhas dicas você vai divertir tanto que nem vai lembrar que dia é. ;)
Obs: Pessoa apaixonada e comprometida, sabe por que o post não é dedicado à você? Porque você já tem o que fazer e aproveitar nesse dia. Não seja egoísta RS

Dica 1 – Leia um Bom Livro
Nada melhor pra passar o tempo, pegue um bom livro e leia durante o dia. Você vai viver as experiências dos personagens e para mim isso é uma viagem #dorgas Recomendo: Eclipse, A Segunda Breve Vida de Bree Tanner, Harry Potter e as Relíquias da Morte, Para Sempre, A Última Música, Percy Jackson e o Ladrão de Raios, A Mediadora, etc.



Dica 2 – Veja filmes
Chame seus amigos ou faça isso só, prepare pipoca, brigadeiro, refrigerante e let’s go! Pegue seus filmes preferidos ou um que você ainda não viu. Atenção: se você não quiser entrar em depressão não assista nenhum filme romântico, ainda mais se você tiver tendências emos. Recomendo: Onde Vivem os Monstros; Gatos, Fios dentais e Amassos; Meninas Malvadas; Quase Famosos; O mistério das duas irmãs, Toy Story etc.


Dica 3 – Vá para a balada!
Se você não quer passar esse dia só e quer causar muito, vá para balada! Todos os solteiros estarão lá e você pode ter a chance de achar seu par perfeito... nem que seja só por uma noite rs Shows também são uma ótima pedida, se você é da minha cidade (aposto que ninguém) terá show do NxZero, em Recife terá show da banda Glória e só sei desses, sorry.

 
 Dica 4 – Faça uma festa!
Chame a galera solteira para sua casa e faça uma festa só para vocês. Aproveite e pegue minha setlist aqui para acrescentar no seu repertório e divirta-se ;)


Dica 5 – Saia de casa
Vá para o shopping fazer umas compras e aproveitar as ofertas especiais, vá no salão de beleza e até mesmo no cinema para ver alguma estréia. 


Dica 6 – Durma
Se você não tem nem coragem de sair da cama nesse dia e não consegue sair da fossa, infelizmente a única dica que posso dar é que você fique dormindo o dia todo até chegar no domingo lol


Ok, acho que não tenho mais nenhuma dica para dar. Só sei que vou seguir algumas haha e um Feliz dia dos namorados... sem namorado (a)!  

Créditos das fotos: we♥it
xx



Filme do dia: Penelope
| 3 comentários

Ontem vi esse filme totalmente fofo e logo disse que ele merecia um post aqui no blog, porque o que é bom eu faço questão de recomendar para vocês.

Há muitos e muitos anos o jovem e rico Wilhern não quis se casar com a empregada, que estava grávida dele. Desolada, a mulher se jogou do penhasco e sua mãe, que era a bruxa da cidade quis vingaça, portanto ela jogou uma maldição em todas as filhas da família Wilhern e a partir daquele dia todas nasceriam com cara de porco. A maldição só seria quebrada quando elas encontrassem o amor verdadeiro.


Filmes para que te quero!
| 2 comentários
Desde a semana passada tenho visto vários filmes, porque todos os meus vinte e poucos torrents finalmente foram baixados no meu computador. Eu tenho mania de entrar em blogs de downloads e baixar todos os filmes que vejo pela frente, tem uns até que não são tão bons quanto imaginei.

Vou comentar os últimos filmes que vi e aproveitando, apresento a vocês o Filmow! É uma rede social, na qual você marca todos os filmes que você já viu, os seu preferidos, os que você quer ver e ainda pode indicar pros seus amigos. Eu amo muito esse site, fico horas nele nos momentos de tédio rs Vou deixar o link nos filmes pra vocês marcarem se já viram ou se querem ver :)

1. Boys eats Girls: Apesar do nome pornográfico, o filme é sobre zumbies. O carinha é apaixonado pela melhor amiga, mas no dia que ele vai se declarar ela sai com outro. Triste e bêbado ele se mata. A mãe dele, ajudante da igreja, descobre um livro de vodoo e faz com que o filho volte a vida, sendo que ele agora é um zombie que faz de tudo para não comer a garota que ama lol O filme é uma porcaria, os efeitos são péssimos e nem comento a maquiagem, mas o carinha é cute *-*

2. Entre Irmãos: Outro filme com nome pornográfico (pra mim!), eu achava que era sobre incesto. É sobre um soldado que tem uma família linda, mas tem que ir numa missão ao Afeganistão. Enquanto isso, seu irmão que saiu da prisão fica cuidando das filhas e ajudando a cunhada na cozinha. Já sabem o que acontece, né? O filme é interessante, pois mostra o que esses soldados passam, como muda completamente a vida deles. No war!

3. O Mistério das Duas Irmãs: Não sabia que esse filme era um remake, mas adorei. Vi o filme sozinha, geralmente só assisto filmes de terror com minha irmã, rs. Conta a história de uma garota que perdeu a mãe num incêndio e após isso tentou se matar e teve que se internar numa clínica psiquiátrica. Após 10 meses ela recebe alta e prometeu ao seu médico que iria terminar o que começou naquela noite. BU!

4. O Clube de Leitura de Jane Austen: Meu pai chegou em casa com esse DVD e fui assistir com ele. O filme conta a história de várias mulheres com problemas amorosos e que decidem fazer um clube do livro para saber como resolver suas vidas. O que Austen faria? É um ótimo romance e dá muita vontade de ler todos os livros para poder comentar no clube.

5. Marido por Acaso: Um ator: Jeffrey ♥ O filme é legal. Emma Lloyd é a Dra. do Amor, tem um programa na rádio e ajuda suas ouvintes nos seus relacionamentos. Até que um dia, Sofia resolve ligar e a doutora aconselha a mulher a não casar com a apenas 5 meses de relacionamento. O ex-noivo resolve se vingar da mulher que não sabia nada de sua vida e é engraçado o rumo que as coisas tomam.

E quem quiser me adicionar eu sou a whosthanny, geralmente esse é meu nick em qualquer site ;)
xx



Filme do dia: Remember me
| 7 comentários

Hoje fui  ver o filme do Robert Pattinson, eu tinha visto o trailer e achei interessante a história, mas o que motivou a ir ao cinema foi o ator, confesso. E se você o julga por sua atuação na saga Crepúsculo, pode apagar todas essas cenas de sua mente, porque em Lembranças ele mostra o quão bom ator ele é.

O filme foge do romance clichê, há muito mais no caso de Elly Craig (Emilie de Ravin) e Tyler Hawkins (Robert Pattinson). Ambos perderam alguém muito importante em suas vidas. Elly prensenciou a morte da mãe quando tinha apenas 11 anos, enquanto esperavam o metrô, e pelo trauma, ela nunca mais voltou a estação. Tyler sempre frenquentava o mesmo café com seu irmão, Michael, e após sua morte ele continua indo lá todas as manhãs e escreve para o irmão mais velho em um diário.

Tyler Hawkins é um jovem de 21 anos, que não concorda com o descaso do pai com ele e sua irmã mais nova, é um idealista, não é um rebelde sem causa, como li por aí, ele é do tipo que luta pelo que acha certo e vai adiante com isso. Por esse motivo, ele se mete em uma briga de rua e é preso, junto com seu amigo Aidan (Tale Ellington), que é a principal causa de risos durante o filme. Certo dia, Aidan vê que o policial que os prendeu tem uma filha e que ela estuda na mesma escola que eles. Então ele propõe que Tyler se apresente para a garota e a seduza, só por vingaça. Após muita insistência, o amigo acaba concordando com essa 'aposta' de levar Elly para a cama. Logicamente, ele acaba se apaixonando por ela.

Todas as cenas que envolvem o Tyler e sua irmã, Caroline (Ruby Jerins) são muito dignas de se ver. A relação deles é algo lindo! Achei muito tocante. O modo como ele cuida dela, como ele luta para que o pai dê a atenção devida e se orgulhe dela.

E bom vou citar pequenas coisas que me fizeram surtar durante o filme: 
  1. Como o Robert é lindo!
  2. A cara de prazer dele na cama me fez ovular lol
  3. Como ele fica altamente charmoso fumando! (algo que ele fez o filme inteiro), me dá até vontade de fumar pra ver se eu tenho pelo menos 0,01% do charme dele.
  4. Como a Emilie de Ravin está linda! (eu acompanhava Lost e a amava)
  5. E nossa, esse filme é digno de Oscar!

Pretendo rever o filme porque ele te faz pensar, você se identifica com os personagens e é uma coisa louca! Chorei muito e não fui a única, todo o cinema, falo mesmo! Pra encerrar meu falatório uma frase dita que é realmente um lição de vida...

O que você fizer será insignificante, mas é da maior importância que o faça. 
Mahatma Gandhi (1869-1948)
xx


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