[RESENHA] Como Falar Dragonês (Como Treinar seu Dragão #3)
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Como Falar Dragonês, de Cressida Cowell, é o terceiro livro da série Como Treinar seu Dragão e é o primeiro livro que leio sem seguir a sequência da publicação, o que não afetou em nada minha leitura. Foi tão divertido que terei que ler os outros livros haha

Soluço Spantosicus Strondus III está em um treinamento para se tornar um verdadeiro viking. Junto com seu melhor amigo, Perna-de-Peixe, eles vão para uma aula prática em alto mar a bordo do barco que mais parece um acidente flutuante, Papagaio-do-mar Esperançoso. Sendo que Banguela é raptado e juntos eles irão embarcar em mais uma aventura, desta vez para resgatar o teimoso nanodragão e impedir que uma guerra entre as tribos vikings aconteça. Mas eles terão que ser bastante cuidadosos, pois horripilantes Dragões-tubarões estão na região.

Como disse, me diverti bastante com a leitura de Como Falar Dragonês. Eu pensava erroneamente que era uma história pra criancinhas, mas o caso é que o livro tem uma narração envolvente, com acontecimentos hilários e ilustrações super dignas. Sim, o livro é infanto-juvenil, mas isso não vai impedir um adulto de dar boas risadas. É um livro totalmente indicado para todas as idades.

O que mais me encantou foram os nanodragões, eles são tão fofinhos e engraçadinhos! Até quando estão com raiva ou dando uma de durão. Eu preciso de um de estimação já!

O livro por dentro realmente parece um manual escrito à mão por Soluço Spantosicus Strondus III, tanto que o texto não é formatado. Para dar ênfase a certas coisas ditas e gritadas foi utilizado o CAPS LOCK. E claro, é recheado de ilustrações. Talvez você se incomode um pouco com isso, mas eu encarei numa boa. Open your mind.

Foi uma ótima leitura de férias. Recomendo!

Título: Como Falar Dragonês (Como Treinar seu Dragão #3)
Autor: Cressida Cowell
Tradução: Heloisa Prieto
Nº de Páginas: 240
Ano de Edição: 2010
Editora: Intrínseca
Preço: R$19,90
Classificação: ♥♥♥♥♥



[RESENHA] Hathor
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Hathor, escrito pelo autor parceiro Markus Thayer, é um livro do selo Novos Talentos da Literatura Brasileira da Editora Novo Século. E a história me surpreendeu bastante. Pode ler esta resenha até o fim, pois ela não contém spoilers.

John McBrian é um aluno da faculdade de Cambridge e ao realizar pesquisas para um trabalho acaba descobrindo um mapa que irá mudar sua vida completamente. Com ajuda de seu professor, Sir Oliver e seu amigo, William Kenward, eles embarcam numa aventura do outro lado do oceano para chegar até o local apontado pelo mapa, a Serra do Roncador, no Brasil.

Mas quem disse que seguir um mapa misterioso seria fácil? Na Inglaterra, eles realizam várias pesquisas, desvendam mensagens criptografadas, são perseguidos por pessoas misteriosas e correm vários perigos. Tudo para encontrar o grande tesouro que não fazem a mínima ideia do que seja. O que ninguém sabe é que John é o único que tem a chave. Prepare-se para descobrir o segredo de Hathor.

Hathor foi um livro que trouxe boas lembranças de quando eu lia livros nacionais na biblioteca da escola, porque é uma aventura tão instigante e bem escrita que você se envolve em cada palavra para desvendar o mistério sobre o tesouro.

A história se desenrola no século XIX, precisamente entre 1856 e 1859, e a narração está em terceira pessoa, fato que permite conhecermos o que se passa com todos os personagens. Quanto mais descobrimos, histórias paralelas que acontecem no mesmo espaço de tempo são narradas, o que cria um clima de expectativa para as páginas seguintes.

Apesar da época que a história se passa, Thayer escreve de uma forma que qualquer um pode ler sem maiores dificuldades. Eu estava esperando por uma linguagem mais rebuscada, mas fiquei extremamente agradecida quando percebi que os diálogos estavam meio que contemporâneos e pude entender tudo haha E também fiquei muito feliz ao notar que o livro foi bem revisado, nada de errinhos chatos para atrapalhar a leitura.

A capa do Hathor, arte de Kamila Denlescki, me chamou atenção desde o início e sempre me deixou intrigada. Antes mesmo de ler o livro, eu analisei cada detalhe em busca de pistas e posso dizer que um excelente trabalho foi feito ali.

Por trás de tudo, Hathor faz uma crítica ao modo de agir da sociedade e nos passa uma linda mensagem de amor brindada com bastante conhecimento. É uma história que vai fazer você pensar... Devemos todos repetir os feitos dos nossos protagonistas? Leia e tire suas próprias conclusões.

Para quem se interessou pelo livro, está rolando uma promoção aqui no Thanny in Wonderland e você ainda pode participar.

E vou sortear um marcador autografado dentre aqueles que comentarem no post, quem quiser participar deixe seu e-mail. O resultado sai dia 03/02.

Título: Hathor
Autor: Markus Thayer
Nº de Páginas: 352
Ano de Edição: 2010
Editora: Novo Século
Preço: R$34,90
Classificação: ♥♥♥♥



[FILME] Scott Pilgrim Contra o Mundo
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Hello! A partir de hoje, as críticas de filmes serão feitas pelo novo colaborador do blog, Paulo Ricardo que é meu amigo e também blogueiro. Quem quiser conhecer um pouco mais sobre ele, acesse "Sobre" no menu acima. Por favor, não deixe de dar boas vindas à ele *-*



Quando se está apaixonado, você faz tudo para conquistar o seu amor, e quando conquista, faz de tudo para dar certo. Também, dizem que o amor machuca. E de fato, machuca muito, e no filme Scott Pilgrim Contra o Mundo (Scott Pilgrim VS The World) isso acontece de todas as maneiras possíveis. O longa é baseado numa história em quadrinhos, inspirada em mangás e jogos de videogame, criada por Brian Lee O'Mailey, chamada Scott Pilgrim, que tem 6 edições lançadas entre 2004 e 2010. Todos esses elementos, inspirados em mangás e jogos de videogame, estão presente no longa.

Scott Pilgrim (Michael Cera) é um jovem de 24 anos que tem uma banda de garagem chamada "Sex Bob-Omb". Os integrantes da banda são seus amigos, a maioria dos tempos do colégio: Stephen Stills (Mark Webber) e a baterista Kim Pine (Alison Pill). Young Neil (Johnny Simmons) não toca na banda, mas sabe tocar um pouco de guitarra, e empresta a casa dele para a banda tocar. Scott mora com o seu amigo gay, Wallace (Kieran Culkin, irmão de Macauley Kulckin). Scott está namorando uma garota chinesa, Knives Chau (Ellen Wong), mas conhece Ramona Flowers (Mary Elisabeth Winstead) uma garota que muda de cor de cabelo toda hora, e se apaixona rapidamente por ela. Os dois começam a sair juntos e a namorar, mas ele não sabia do que estava para vir: para poder ficar com a sua atual paixão, Scott Pilgrim terá que enfrentar os sete ex-namorados de Ramona, conhecidos como A Liga dos Sete Ex-Namorados do Mal, todos com super poderes.

Scott Pilgrim Contra o Mundo é um dois filmes mais originais do ano de 2010. O longa é uma comédia romântica que mistura elementos de histórias em quadrinhos e jogos de videogame. Durante as cenas, entre as falas, toques de campainhas, batidas de tambores e de guitarra, e até durante a apresentação da banda, aparecem desenhos representando a propagação do som, como "Ding-Dong", "Pow", "Ring-Ring", Crash" e "AAAH", além de pequenos corações que aparecem nas cenas de romance, entre várias outras. E nas cenas de luta entre Scott e a liga dos sete ex-namorados, aparecem elementos de jogos de videogame antigos, incluindo algumas músicas: desde vidas aparecendo durante o filme, como em Super Mario Bross, até elementos dos jogos do Street Fighter, como "VS", "K.O.", "Continues" (quando você morre e tem mais chances), entre outros elementos. Quem conhece esses dois jogos, sabe o que estou falando. Scott Pilgrim tem um visual incrível, que seria ainda mais divertido se fosse em 3D, e é muito original, misturando todos esses elementos citados, além de cenas de luta iguais a de videogame, junto com elementos de uma típica comédia romântica.

Todos os atores tem uma interpretação maravilhosa e super atual: eles demonstram todos os sentimentos e a vontade de viver que os adolescentes de hoje tem (muito representado pelo cabelo deles), além de suas atitudes; e tudo isso entre piadas ótimas e com tons críticos. Até os integrantes da liga dos ex-namorados de Ramona estão divertidíssimos e super estereotipados, mostrando todos eles super bonitos e com um visual bem diferente. Falando neles, os ex-namorados de Ramona são bem diversificados: tem emo, lésbica, ator de cinema, vegetariano e até irmãos gêmeos.

O visual de Scott Pilgrim Contra o Mundo é tão importante quanto o roteiro, e não deixa nada a desejar, pelo contrário, é super dinâmico, divertido e original; porém, algumas pessoas vão achar esses elementos estranhos e ridículos. Um ótimo filme para se divertir e para assistir, é extremamente diferente do que estamos acostumados; uma pena que muita gente não soube apreciar o filme. O longa não fez muito sucesso nos EUA e mundo afora, e por isso, o filme foi adiado várias vezes aqui no Brasil, e recentemente, a Paramount e a Universal decidiram lançar o filme somente em São Paulo, para depois ter um lançamento nacional direto em DVD e BlueRay.




Por:



[SÉRIE] Being Erica
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Being Erica é uma série canadense dirigida por Holly Dale que estreou na televisão em 2009. E atualmente é distribuída internacionalmente pela BBC. A temática é de viagem no tempo, mas de uma maneira casual e divertida. Também tem um toque de drama e romance que me fez chorar e suspirar na frente do computador. É, infelizmente a série ainda não está sendo exibida na programação nacional.

Erica é uma mulher de trinta e poucos anos que enfrenta vários problemas em sua vida. Ela não tem namorado, está recentemente desempregada e carrega consigo inúmeros arrependimentos do passado que resultam em sua infelicidade no presente. Por obra do destino, ela acaba parando num consultório médico e conhece o terapeuta, Dr. Tom, que irá mudar sua vida completamente. 

Dr. Tom pediu que Erica fizesse uma lista com todos os arrependimentos dela e a cada sessão ele lhe dá um ticket para voltar no tempo e modificar sua história. Em meio a erros e acertos, Erica faz de tudo para dar um jeito em sua vida e se auto-conhecer.

A série é totalmente encantadora, eu a encontrei por acaso em um site e resolvi dar uma chance. Você se pega torcendo para que Erica faça tudo certo, que consiga um namorado e o emprego dos sonhos. Se identifica com as histórias e se emociona com o drama.

O Dr. Tom é inteligente, misterioso e quota vários pensadores durante os episódios, dá vontade de parar e anotar tudo que ele diz.

A maior parte da história é situada em Toronto. A fotografia da cidade é muito bonita e foi algo que realmente me fascinou. 

Do elenco, o único ator que eu reconheci foi o Devon Bostick que atuou em O Diário de um Banana (Review aqui)

Se você quer uma série legal e com uma temática interessante para assistir nessas férias Being Erica é o que você procura!

Confira o trailer:




Título:Being Erica
Diretor: Holly Dale
Duração: Média de 45 minutos por episódio
País de Origem: Canadá
Emissora: CBC
Número de Temporadas: 3
Classificação: ♥♥♥♥



[ENTREVISTA] Juliana Giacobelli, autora de "Tocada"
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Juliana Giacobelli sempre gostou de ler e desde que aprendeu a escrever não parou mais. Cursa biologia na Universidade Estadual de Campinas, mas nunca abriu mão do seu sonho e a paixão pela literatura. Aos 21 anos está lançando seu primeiro romance, Tocada pela editora Lexia.

Nesta primeira entrevista do Thanny in Wonderland vocês vão conhecer melhor a nova autora parceira do blog.

Thanny: Quem é Juliana Giacobelli?
Juliana: Alguém que tomou vergonha na cara para correr atrás daquilo que gosta de fazer: sonhar.

Thanny: Originalmente, Tocada era uma fanfic e foi adaptada pra livro. Muita coisa mudou? Você pode explicar o que é fanfic para os que não estão habituados com a palavra?
Juliana: Na verdade, a intenção principal sempre foi que ela fosse um livro. Ou pelo menos era o que eu queria, mas a gente nunca sabe como o barco vai andar. Por isso eu comecei a postar como ‘Fanfic’, primeiramente para saber qual seria a reação dos leitores e também para ganhar um pouco de confiança. Foi aí que eu vi que podia dar certo e decidi adaptá-la para um livro.

Fanfic é uma abreviação de ‘Fan Fiction’, ou seja, é uma obra de ficção não oficial, criada por um fã, baseada em outra obra. Existem fanfics de livros, filmes, seriados, bandas, vídeo-games e o que mais você quiser inventar.

Apesar de ser chamada de ‘fanfic’, Tocada é um romance original.

Thanny: Você é fã declarada de Harry Potter, a série teve alguma influência em sua escrita?
Juliana: Acho que influenciar diretamente no livro, não. Mas Harry Potter foi o primeiro livro que realmente me fez querer escrever, porque me abriu os olhos para o mundo maravilhoso que os livros podem ser. Eu tinha onze anos e não lia muito antes de conhecer Harry Potter. Foi mesmo depois dele que eu passei a gostar de ler e a começar a rabiscar minhas primeiras histórias.

Thanny: O que vamos encontrar em Tocada?
Juliana: Tocada é o primeiro volume de uma série de três livros e conta a história de uma garota que encontra um anjo caído do céu, desmemoriado em um estacionamento abandonado. Esse encontro desencadeia uma série de problemas envolvendo ambos os mundos – os dos humanos e dos anjos – e agora ela precisa resolvê-los. 

Existem personagens com os quais acredito que os leitores vão acabar se identificando, como um irmão mais novo pentelho, ou uma amiga toda escandalosa que fala demais.

Eu quis deixar o texto simples e bem-humorado, e acho que esse deve ser o principal diferencial. Apesar de existirem momentos de tensão ao longo da história, o livro é marcado pela narração divertida da personagem principal.

Thanny: Quanto tempo demorou para escrever Tocada e quantas páginas o livro possui?
Juliana: Demorei cerca de um ano por causa da faculdade, e por ter ficado alguns meses sem escrever. O livro tem 384 páginas (um pouquinho grande, mas eu prometo que vocês nem vão sentir) 

Thanny: Você sempre sonhou em escrever um livro? Quais foram as maiores dificuldades que encontrou neste processo?
Juliana: Sim, acho que esse é o primeiro sonho de que eu tenho recordação. Eu lembro que quando era criança e falava isso, as pessoas achavam bonitinho e riam. Depois que eu cresci e entrei na faculdade, as pessoas pararam de achar bonitinho para achar uma perda de tempo, e acho que essa foi a pior parte: Não ser levada a sério. 

Não sei, é uma cultura do brasileiro, mas acho que escrever, no geral, é algo que as pessoas veem só como passatempo, e não como uma atividade de verdade, ou uma profissão. Se você estiver escrevendo um livro acadêmico, é maravilhoso, mas se for um romance de ficção, as pessoas podem te olhar torto e achar que você é maluca. Acho que ainda acreditam que o brasileiro não lê.

Thanny: A capa do seu livro é extremamente linda, você opinou na arte ou tudo foi por conta da editora?
Juliana: Obrigada! Sim, opinei. Eu tinha uma ideia bem clara do que eu queria na capa, mas primeiro deixei que a editora tentasse para ver o que ia sair e foi um desastre. Então, eu mandei meu projeto – exatamente como o da capa – e eles aprovaram. Ainda bem, porque acho que agora eu não conseguiria ver a capa de outro jeito.

Thanny: Quando Tocada será lançado? Poderemos encontrar seu livro em qualquer livraria? Qual será o preço?
Juliana: O livro será lançado no final do mês, perto do dia 24. Infelizmente, pelo menos agora no inicio, as vendas serão somente pela internet, entrando em contato comigo ou pelo site da editora, onde o livro também será vendido. Acredito que o preço deva ficar entre 30 e 40 reais. 

Thanny: Os anjos são os novos vampiros?
Juliana: Talvez, mas acho que o fator atraente em cada um é diferente. Enquanto o vampiro atrai principalmente pela sensualidade e obscuridade, os anjos atraem pela inocência e pela perspectiva de experimentar o novo. Vampiros são seres ancestrais que convivem com humanos há séculos, e anjos não têm experiências humanas. É um universo inteiro de descobertas para eles, pronto para ser explorado e levado até onde a sua imaginação deixar.

Thanny: Você tem outros projetos em mente? Se sim, pode falar um pouco sobre eles?
Juliana: Tenho. O primeiro deles é o segundo volume da série, que já está na metade e deve ser concluído até o meio do ano. Além da série Tocada também tenho alguns outros projetos rabiscados, ainda no inicio. Não posso contar muita coisa porque senão estraga a surpresa, mas eles seguem o gênero da fantasia. 

Thanny: Que dica você dá para novos autores?
Juliana: Acho que é primeira coisa é o que todo mundo diz, mas nem todo mundo escuta ou entende: Corra atrás do seu sonho. Se escrever é o que você gosta, se você não consegue se imaginar fazendo outra coisa, então vá atrás disso. Escreva.

Vai ter gente que vai rir da sua cara, que vai te chamar de maluco e que não vai te levar a sério. Mas se você desistir, só vai fazer com que eles estejam certos.

Eu sei que eu ainda não sou ninguém para falar, mas é bem por aí. Não comece dizendo ‘ah, vou tentar, mas se não der certo eu faço outra coisa.’ Se não der certo, aí você pensa. Até porque a partir do momento que você tem um plano B, você está simplesmente admitindo que seu plano A pode falhar, e ninguém pode começar alguma coisa querendo ser 
bem sucedido pensando em falhar.

Thanny: Obrigada, Juliana, pela primeira entrevista do Thanny in Wonderland. Quero desejar muito sucesso para você neste novo passo em sua vida e que muitas pessoas se emocionem com seu livro. Gostaria de dizer algumas palavras para os leitores do blog?
Juliana: Obrigada pela oportunidade de divulgação e pelo apoio, Thanny!
Espero que dêem uma chance ao livro, que se apaixonem pelos personagens, e que gostem de lê-lo tanto quanto eu gostei de escrever, porque acho que foi uma das melhores experiências da minha vida. Sabe quando dizem que todo mundo deve plantar uma árvore, escrever um livro e ter um filho antes de morrer? Seja lá quem foi que disse isso, essa pessoa está certa.

Para saber mais sobre “Tocada” acesse o site da autora: http://www.julianagiacobelli.com
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xx thanny


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